Versos Sin Nombre
Tengo cartas en la mente que no pienso enviar
Y una soga imaginaria que no paro de mirar
Mi madre no lo sabe mi padre no está
Y mis homies se perdieron entre perico y crack
Veo tumbas en mis sueños flores negras en mi cama
Amores que juraron y hoy me esquivan la mirada
Mi alma pesa más que cien pastillas de ansiedad
Y mi reflejo en el espejo ya no quiere conversar
Me abrazan los fantasmas que yo mismo fabriqué
Rezo a dioses que olvidé y aún así pregunté
¿Dónde está la calma que de niño imaginé?
Si cada paso en falso me recuerda que fallé
Versos Sem Nome
Tenho cartas na mente que não penso em enviar
E uma corda imaginária que não consigo parar de olhar
Minha mãe não sabe, meu pai não tá
E meus parças se perderam entre pó e crack
Vejo tumbas nos meus sonhos, flores negras na minha cama
Amores que juraram e hoje desviam o olhar
Minha alma pesa mais que cem pílulas de ansiedade
E meu reflexo no espelho já não quer conversar
Me abraçam os fantasmas que eu mesmo criei
Rezo pra deuses que esqueci e mesmo assim perguntei
Onde está a calma que eu imaginava quando era criança?
Se cada passo em falso me lembra que eu falhei