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Carrossel

Vinternatt

Caroussel

Lente adem, ijsbloem uitgebloeid
koude winterwind uitgewist
't Oog luistert naar nieuwe adem,
loof vol schroom kiemt uit de lenteboom

Doch 't rad van fortuin spint rond in valkenvlucht,
scherp gezien hoog uit de ijle lucht
Caroussel met 'n dubbel aangezicht,
vangt eenieder met zijn valkenoog

De val der mensheid, een wereld te kostbaar,
steeds weer assedraaiend, wervelend
Als Icarus het lot tartend,
met z'n hoogmoed ten onder gaand

De zieke ziel van de leken wentelt zich,
hij verstrengeld met de caroussel
Snel, duivels rijdend, het was hun duist're plicht,
den bok al rijzend onder het maanlicht

Lente adem, ijsbloem uitgebloeid
koude winterwind uitgewist
't Oog luistert naar nieuwe adem,
loof vol schroom kiemt uit de lenteboom

De zieke ziel van de leken wentelt zich,
hij verstrengeld met de caroussel
Snel, duivels rijdend, het was hun duist're plicht,
den bok al rijzend onder het maanlicht

Carrossel

Sopro da primavera, flor de gelo murchou
vento frio do inverno se apagou
O olho escuta um novo sopro,
folhas tímidas brotam da árvore da primavera

Mas a roda da fortuna gira em voo de falcão,
vista afiada, alta no ar rarefeito
Carrossel com um rosto duplo,
captura a todos com seu olhar de falcão

A queda da humanidade, um mundo precioso demais,
sempre girando, rodopiando
Como Ícaro desafiando o destino,
com sua arrogância, caindo em desgraça

A alma doente dos leigos se contorce,
ela se entrelaça com o carrossel
Rápido, montando como demônios, era seu dever sombrio,
com o bode já se erguendo sob a luz da lua

Sopro da primavera, flor de gelo murchou
vento frio do inverno se apagou
O olho escuta um novo sopro,
folhas tímidas brotam da árvore da primavera

A alma doente dos leigos se contorce,
ela se entrelaça com o carrossel
Rápido, montando como demônios, era seu dever sombrio,
com o bode já se erguendo sob a luz da lua

Composição: