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A Cidade Nunca Dorme

Violadores Del Verso

La Ciudad Nunca Duerme

La Ciudad Nunca Duerme

[Lirico]
Si vuelvo a si vuelvo a
reconciliarme con el mundo, de nuevo,
esconderé mi arma, no mi alma
no me importa si hay vida en Marte
o si París arde, esta noche llegaremos tarde
La ciudad nunca duerme
todavía funcionan los semáforos, las esquinas y los bares
no busco pasaporte perdido en la ciudad
sin brújula que me indique el norte
Las estrellas están desordenadas,
me deslizo por avenidas sin coordenadas,
a este rincón de Expaña,
donde estamos las pirañas,
donde no limpian las telas de araña
Y así otra noche de este fantasma,
entre fantasmas más soplones de la pasma
Las calles me miran con disimulo,
yo, así es como ando, sonrío de vez en cuando
Tormentas, en la ciudad, mientras
antes de las doce escapan cenicientas
A qué mujer le falta un zapato de esta talla,
a quién sino a mí me corresponde esta medalla
No es tan difícil saciar mis caprichos,
ni soportar mis manías, no nena!,
yo me distingo, supe entretenerme con un pingo,
a mí no me aburrirá un domingo
Tantos tipos en la calle coinciden
que haga público este crimen para que no me olviden,
que la ciudad nunca duerme,
por tener la obligación de aguantarme
y el agujero donde meterme

[Kase.o & Lirico]
La ciudad nunca duerme
y siempre hay
un sitio donde estamos
y un sitio donde estáis (x2)

[Hate]
Ciudades no descansan, siempre vigilan
Se fuman mi humo, se comen mi mierda, algo me quitan
Ojos que ven corazones que sienten
Lugares subterráneos esconden a intérpretes
Ratas de local bajo techo planean
La forma de seguir sonando bien en tu cadena
De esquina a esquina, de cabina en cabina
Marquesina con firma, así son avenidas
Ya sean lunas llenas o cuartos menguantes
No alteran mi nervio fácilmente alterable
En noches, todo lo que en el día no luce, reluce ahora
Paredes dicen pintáme tu nombre y hazme diosa
Tengo orden de momento de no morir en el intento
Eso es el ejercicio que ejerzo
Sino mi cuerpo será donado a la ciencia
Mi colección de discos en herencia y en el aire mi esencia
Secretos guardan edificios que jamás verán la luz
Polvos, atracos y una larga lista
Sólo cenicero y copa me acompañan
En esta hazaña muerte acecha no descansan guadañas
En peores momentos las mejores canciones
En peores guariches los mejores cócteles
En peores locales los mejores cortes
En peores conciertos no incluye a Violadores
Son mil y una historia sobre aceras
Que sobreiven a lo largo del tiempo y ahí quedan
Marcas imborrables pasen los años que pasen
Y ocurrió en las calles, ocurrió en las calles.

[Kase.o & Lirico]
La ciudad nunca duerme
y siempre hay
un sitio donde estamos
y un sitio donde estáis (x2)

[Kase.o]
La ciudad nunca duerme y las calles están llenas de borrachos gritando, algunas tías se quedan mirando
Sentadas en la acera, bebiéndose unos litros calientes
Con pelo largo y pendientes
Yo voy con el Rumba con el Lírico y el Hate...
y con más colegas de ley
The big kids don´t play
No importa litros o cubatas,
marcas o matarratas
acá las cataratas bajan baratas
No fue el azar lo que me trajo a este bar,
Fue tragar sin parar sin pagar
Nada que celebrar [Lirico: todo por olvidar]
pero no se nos olvida ni vivir ni brindar
porque a decir verdad
es fantástico vivir en este puto cementerio de sueños ciudad
Días largos suficientemente buenos!
Pido días largos suficientemente buenos!
Me meo fuera con los ojos cerrados,
en los lavabos encontré dos abogados drogados:
mi Demencia y mi Conciencia y yo hablando sólo con los tres
propuse hacer las paces, ya ves.
Asumo mi alcoholismo.
Soy féliz sin él pero con él me conozco más a mí mismo y me quiero
Nena: vivo como si la muerte no existiera
pero pierdo el equilibrio en otoño y en primavera
Salgo pa fuera y ya se ha hecho de día
y los borrachos como yo piden al sol misericordia
El camión de la basura se ha olvidao de recogerme
el 32 no pasa y la ciudad nunca duerme
Agradecer un nuevo amanecer borracho
con la impresión de estar en medio de ningún dónde. (x2)

[Kase.o & Lirico]
La ciudad nunca duerme
y siempre hay
un sitio donde estamos
y un sitio donde estáis (x2)

A Cidade Nunca Dorme

A Cidade Nunca Dorme

[Lírico]
Se eu voltar, se eu voltar a
me reconciliar com o mundo, de novo,
esconderei minha arma, não minha alma
não me importa se há vida em Marte
ou se Paris pega fogo, essa noite chegaremos tarde
A cidade nunca dorme
os semáforos, as esquinas e os bares ainda funcionam
não procuro passaporte perdido na cidade
sem bússola que me indique o norte
As estrelas estão bagunçadas,
me deslizo por avenidas sem coordenadas,
nesse canto da Espanha,
donde estamos as piranhas,
donde não limpam as teias de aranha
E assim mais uma noite desse fantasma,
entre fantasmas, mais delatores da polícia
As ruas me observam com disfarce,
eu, assim ando, sorrio de vez em quando
Tempestades, na cidade, enquanto
antes da meia-noite escapam as cinzentas
Que mulher está sem um sapato desse tamanho,
a quem senão a mim cabe essa medalha
Não é tão difícil saciar meus caprichos,
nem suportar minhas manias, não, querida!,
eu me destaco, soube me entreter com um pingo,
não vou me entediar num domingo
Tantos tipos na rua coincidem
que façam público esse crime para que não me esqueçam,
que a cidade nunca dorme,
pela obrigação de me aguentar
e o buraco onde me enfiar

[Kase.o & Lírico]
A cidade nunca dorme
e sempre há
um lugar onde estamos
e um lugar onde estão (x2)

[Hate]
Cidades não descansam, sempre vigiam
Fumam meu fumo, comem minha merda, algo me tiram
Olhos que veem corações que sentem
Lugares subterrâneos escondem intérpretes
Ratos de local sob teto planejam
A forma de continuar soando bem na sua cadeia
De esquina a esquina, de cabine em cabine
Marquesina com assinatura, assim são as avenidas
Sejam luas cheias ou quartos minguantes
Não alteram meu nervo facilmente alterável
Em noites, tudo que no dia não brilha, reluz agora
Paredes dizem pinta-me seu nome e faça-me deusa
Tenho ordem de momento de não morrer na tentativa
Esse é o exercício que exerço
Senão meu corpo será doado à ciência
Minha coleção de discos em herança e no ar minha essência
Segredos guardam prédios que jamais verão a luz
Pó, assaltos e uma longa lista
Só cinzeiro e copo me acompanham
Nessa façanha a morte espreita, não descansam as foices
Nos piores momentos as melhores canções
Nos piores buracos os melhores coquetéis
Nos piores locais os melhores cortes
Nos piores shows não inclui Violadores
São mil e uma histórias sobre calçadas
Que sobrevivem ao longo do tempo e aí ficam
Marcas indeléveis passem os anos que passarem
E aconteceu nas ruas, aconteceu nas ruas.

[Kase.o & Lírico]
A cidade nunca dorme
e sempre há
um lugar onde estamos
e um lugar onde estão (x2)

[Kase.o]
A cidade nunca dorme e as ruas estão cheias de bêbados gritando, algumas minas ficam olhando
Sentadas na calçada, tomando uns litros quentes
Com cabelo longo e brincos
Eu vou com o Rumba, com o Lírico e o Hate...
e com mais colegas de lei
Os grandões não brincam
Não importa litros ou cubatas,
m marcas ou veneno
aqui as cataratas descem baratas
Não foi o acaso que me trouxe a esse bar,
Foi engolir sem parar sem pagar
Nada para celebrar [Lírico: tudo para esquecer]
mas não nos esquecemos nem de viver nem de brindar
porque a verdade seja dita
é fantástico viver nesse puto cemitério de sonhos, cidade
Dias longos suficientemente bons!
Peço dias longos suficientemente bons!
Me mijo fora com os olhos fechados,
nos banheiros encontrei dois advogados drogados:
minha Demência e minha Consciência e eu falando só com os três
propus fazer as pazes, já viu.
Assumo meu alcoolismo.
Sou feliz sem ele, mas com ele me conheço mais e me gosto
Querida: vivo como se a morte não existisse
mas perco o equilíbrio no outono e na primavera
Saio pra fora e já amanheceu
e os bêbados como eu pedem ao sol misericórdia
O caminhão de lixo se esqueceu de me pegar
o 32 não passa e a cidade nunca dorme
Agradecer um novo amanhecer bêbado
com a impressão de estar no meio de lugar nenhum. (x2)

[Kase.o & Lírico]
A cidade nunca dorme
e sempre há
um lugar onde estamos
e um lugar onde estão (x2)

Composição: Kase.o, Fernandez Sergio Rodriguez, R de Rumba, David Gilaberte Miguel