Alergia
La vida es un puta mierda (4x)
Radiografíame el alma,
Todos sus huesos rotos demuestran la placa,
Esto no me lo arregla ni trauma,
Kilos de escayola para recomponer mi espíritu,
¿que a la vida no pongo ímpetu? qué sabes tú.
Alergia tengo a según que cosas, ojos llorosos,
Velas en fosas y cortisonas no las cortan,
Eso no importa, alergia ni perezosa, ni corta,
En mi cuerpo se atasca en esta forma...
Hice un viaje astral a un planeta lejano,
Hice pis en la tierra a lo lejos con todos sus encantos,
Cara preciosa, pero también vi la cruz del globo,
Y me pensé el bajar y todo porque, jodo, yo vi
A una canguro ostiando a un niño.
Merece que la violen, la apedreen, la empalen en la plaza mayor,
Sin un pavo zurra a una mujer, merece mínimo garrote
Vil guillotina, o de cuajo una castración.
No hay perdón, todo hacia adentro, así nadie sabe mis penas,
Las lágrimas las sudo y así disimulo miserias,
Sobacos no dan abasto, ríos de lloros,
Río de todo y estoy tan tristón.
Alegra esta canción, me bebo mi ron y tu ron
Y vuelvo a casa porque ya es tarde
Y me estoy poniendo moreno del sol.
Alérgico, no a la penicilina
Pero ese médico tiene cara de besugo
Y me da mala espina.
Tengo alergia a cementerios, hospitales,
El ambiente que digamos no es muy agradable.
Se me consume la vida como un cigarro fumado,
Por un empedernido fumador de tabaco y con el viento de lado.
Luego a cenizas, a eso se resume todo,
El hombre, es un nobel o un camel, o un marlboro,
Para la mierda el intestino, es un gran laberinto,
Como pimientos peristálticos y con un fin por todos sabido.
A todo le llega su final, el llanto es anal,
Y yo de culo voy a acabar,
Y no hablo de cagar,
Jamás podré escapar de esta habitación del pánico,
Sin ayuda, fin trágico.
Mi única salida es salir por la rejilla del aire acondicionado,
Y reptar hacia la luz del cuarto de al lado,
Debo desconectar la bomba: ¿qué cable escojo? ¿el rojo o el blanco?
Me quedan segundos para ser detonado.
Metáforas de vida al límite, algún que otro síncope,
Entre vivo y muerto limítrofe,
¿y ese litro qué? y yo con sed,
Un camarero pasivo
Merece por mi parte decirle a su jefe, ¡despídele!
Alérgico a rap de pachanga,
Fusión de función, con el a la fundición,
Enfriado y con luna llena soy el hombre-moco
Para acabar con el maleficio,
Balas de plata y pañuelos de oro.
Alergia a no verla más,
Si me veis mirando al cielo
Y agitando la mano
Es que estoy saludando a pilar,
Allí estarás mejor, seguro,
Mejor que en este puto mundo de mierda sin futuro,
Yo tengo el celo.
Me follaré la cinta adhesiva por el agujero,
Con condón para que pegue luego,
Pegaré un póster en la pared
Con la cara de algún líder pepero
Y le tiraré dardos a los ojos para dejarlo ciego.
A éstos no es alergia, es asco
A los de la doble p de diarrea un manguerazo,
Yo sólo apoyo una guerra y es la de estilos,
Como bazooka, mi pico,
Y como proyectil mi micro supersónico.
Y yo afónico, eso es porque tengo alergia,
Mi cara agria es falta de mi eterna enemiga alegría,
Soy tipejo de seria sonrisa,
Si sobrevivo a la muerte y tengo alergia a la vida.
Eh you, r de rumba y maestro sho-hai
Son alérgicos a tu rap de "mierda"
¿algún problema?, yo soy el hip hop tio,
Chupad mi barra de fua, poperos de mierda
Soy alérgico a políticos de mierda,
A traidores en el rap os comeis mi mierda,
Iros todos a la mismísima puta mierda.
Alergia
A vida é uma puta merda (4x)
Radiografem a minha alma,
Todos os seus ossos quebrados mostram a placa,
Isso nem trauma resolve,
Kilos de gesso pra recompor meu espírito,
Que eu não coloco ânimo na vida? O que você sabe.
Tenho alergia a certas coisas, olhos lacrimejando,
Velas em covas e cortisona não cortam,
Isso não importa, alergia não é preguiçosa, nem curta,
No meu corpo se entope desse jeito...
Fiz uma viagem astral a um planeta distante,
Fiz xixi na terra lá longe com todos os seus encantos,
Cara linda, mas também vi a cruz do globo,
E pensei em descer e tudo porque, caramba, eu vi
Uma canguru dando uma surra em uma criança.
Merece ser estuprada, apedrejada, empalada na praça,
Sem um cara batendo em uma mulher, merece no mínimo um garrote
Vil, guilhotina, ou de uma vez uma castração.
Não há perdão, tudo pra dentro, assim ninguém sabe das minhas dores,
As lágrimas eu suo e assim disfarço as misérias,
As axilas não dão conta, rios de choros,
Rios de tudo e estou tão tristão.
Alegria essa canção, bebo meu rum e seu rum
E volto pra casa porque já é tarde
E estou ficando moreno do sol.
Alérgico, não à penicilina
Mas esse médico tem cara de peixe
E me dá má impressão.
Tenho alergia a cemitérios, hospitais,
O ambiente que digamos não é muito agradável.
A vida se consome como um cigarro fumado,
Por um fumante inveterado de tabaco e com o vento de lado.
Depois a cinzas, é isso que resume tudo,
O homem, é um nobel ou um camel, ou um marlboro,
Pra merda o intestino, é um grande labirinto,
Como pimentões peristálticos e com um fim já sabido.
A tudo chega seu final, o choro é anal,
E eu de bunda vou acabar,
E não falo de cagar,
Jamais poderei escapar dessa sala do pânico,
Sem ajuda, fim trágico.
Minha única saída é sair pela grade do ar-condicionado,
E rastejar em direção à luz do quarto ao lado,
Devo desconectar a bomba: que fio escolho? O vermelho ou o branco?
Me restam segundos pra ser detonado.
Metáforas de vida no limite, algum que outro síncope,
Entre vivo e morto, limítrofe,
E esse litro o quê? E eu com sede,
Um garçom passivo
Merece da minha parte dizer ao chefe, despede ele!
Alérgico a rap de festa,
Fusão de função, com o à fundição,
Resfriado e com lua cheia sou o homem-moco
Pra acabar com o malefício,
Balas de prata e lenços de ouro.
Alergia a não vê-la mais,
Se me veem olhando pro céu
E acenando a mão
É que estou cumprimentando a Pilar,
Lá você estará melhor, com certeza,
Melhor que neste puto mundo de merda sem futuro,
Eu tenho ciúmes.
Vou transar com a fita adesiva pelo buraco,
Com camisinha pra grudar depois,
Vou colar um pôster na parede
Com a cara de algum líder pepero
E vou jogar dardos nos olhos pra deixá-lo cego.
A esses não é alergia, é nojo
Aos da dupla p de diarreia um mangueirão,
Eu só apoio uma guerra e é a de estilos,
Como bazuca, meu bico,
E como projétil meu micro supersônico.
E eu afônico, isso é porque tenho alergia,
Minha cara azeda é falta da minha eterna inimiga alegria,
Sou um cara de sorriso sério,
Se eu sobreviver à morte e tenho alergia à vida.
Eh você, r de rumba e mestre sho-hai
São alérgicos ao seu rap de "merda"
Algum problema?, eu sou o hip hop, tio,
Chupem minha barra de fua, poperos de merda
Sou alérgico a políticos de merda,
A traidores no rap, vocês comem minha merda,
Vão todos pra puta que pariu.