Doble V
Subo escalones, del pecho cuelgan mis galones,
corazones castigados por emociones pisan mis talones,
de hacer buen rap presumo,
ahora chavales en la calle hablan ya de números uno.
Solo traigo técnica en la rima,
cuando manejo el micrófono con miradas puestas encima,
duele,
cuando muchachas duermen,
en cambio aquí todo funciona porque pavos con mi rap se mueven.
Tu paciencia evaporas,
quizás la ciencia encuentre algún sentido a mis metáforas,
hablo de reputaciones intactas,
tal vez la física descifre una métrica más exacta.
Tipos afirman, que traigo
en mi estilo los cánones del rap.
Sólo me arrebatan protagonismo bodas de infantas,
gargantas que gritan mi nombre son tantas.
Prohiben, lo que mis manos escriben,
tengo el plan que persiguen, mas no dejéis que los niños miren.
Yo solo vivo con las botas manchadas
porque también los poetas cruzamos a pie las calzadas.
Sucia atmósfera, rap cual vagón de tercera,
no busquéis defectos a la Esfera,
si escribo crónicas, resuelvo incógnitas,
yo en torno al Sol describo órbitas.
Si fardo, en Rap Solo de ocupar el cargo,
de ser narco de rap jarkor, sin embargo,
yo solo doy lo que doy, así soy quien soy,
tipos disparan su Polaroid.
Baja el volumen, baja el volumen
Si esta mierda no es real hijo de puta
X 4
Subo escalones
Y a mi me cuelgan los cojones
Competiciones a mi
Non es
No me comes dones non
Que coño hablais de que he perdido los papeles
Mis rimas son fieles
Tengo los huevos donde ayer
Mc´s ver
No hay nada que hacer
Si acaso perder
Querer no es poder, non
Querer joder a mi es
Querer ser jodido
Aquí me tienes una vez mas
Con el sonido mas duro del planeta
La margen izquierda sigue viva
Manos arriba b-boys
Alla Javi va
Tansolo soy un borracho
Y me creo dios
A veces en el casco
Hago pogos con gogos
Soy el filologo
Microfonos con mono drogo
Con que co!!!
Con tonos monocromos yo
Que no falte mujer a la que querer
Como es de menester en este best-seller
Yo rapeo no merodeo
Si veo deseo en tu keo
Cojo mi culo y lo meneo pero
Pero el amor guardatelo para luego
Que yo voy ciego
Y las palabras bonitas no son mi juego
Numero uno
MC a mi tu no
Yo si a ti
Pues tengo big bands a modo de clan
Baja el volumen si esta mierda no es real hijo de puta
Pues ya es evidente tu derrota.
Baja el volumen, baja el volumen
Si esta mierda no es real hijo de puta
X 4
Subo escalones levanten telones
Hoy es noche de gala sus mejores ropajes coloquen sientense
Hagan acto de presencia gritando en butacas
Hagarrense los fracs y anuden fuerte sus corbatas
Aquí va haber ventisca los mejores peinados al traste
Virtuosos del rap son huracanes
De bases fuertes surgieron arriba altos crecieron
Ya no estan verdes maduros caen al suelo por ciegos
Leyes joden vicios de gentes
Y el ser demasiado bueno no va conmigo naci un poco rebelde
La vida me hizo asi aprendi a valerme
Hago locorrecto creo aunque a veces falle lo se
El gran mago beodo tiene la patente
No copies abstente o me pagaras jurdeles
Siempre admire pintadas en paredes
Y el unico aerosol que se manejar es ambientador de wateres
Aunque alguna vez manche fachadas
En brillante plata con mi hardcore montana
Desde pequeño siempre hice lo que me vino en gana
Y asi voy simpre un poco a trancas y barrancas
Rap de violadores en pedestales
Rap de mcs fecales en orinales
Doble v violan versos Y aquí no hay gato encerrado somos perros
callejeros sueltos
Baja el volumen, baja el volumen
Si esta mierda no es real hijo de puta
X 4
Doble V
Subo os degraus, do peito pendem minhas insígnias,
corações castigados por emoções pisam meus calcanhares,
de fazer bom rap me orgulho,
hoje a molecada na rua já fala de números um.
Só trago técnica na rima,
quando manejo o microfone com olhares em cima,
dói,
quando as garotas dormem,
em compensação aqui tudo funciona porque os caras se movem com meu rap.
Sua paciência evapora,
talvez a ciência encontre algum sentido nas minhas metáforas,
hablo de reputações intactas,
talvez a física decifre uma métrica mais exata.
Os caras afirmam que trago
no meu estilo os cânones do rap.
Só me tiram o protagonismo casamentos de princesas,
gargantas que gritam meu nome são tantas.
Proíbem o que minhas mãos escrevem,
tenho o plano que perseguem, mas não deixem as crianças verem.
Eu só vivo com as botas sujas
porque também os poetas atravessamos a pé as calçadas.
Atmosfera suja, rap como vagão de terceira,
não procurem defeitos na Esfera,
se escrevo crônicas, resolvo incógnitas,
eu em torno do Sol descrevo órbitas.
Se eu me exibo, em Rap Só de ocupar o cargo,
de ser narco do rap jarkor, no entanto,
eu só dou o que dou, assim sou quem sou,
caras disparam sua Polaroid.
Baixa o volume, baixa o volume
Se essa merda não é real, filho da puta
X 4
Subo os degraus
E a mim me pendem os ovos
Competições pra mim
Não é
Não me venha com doçuras não
Que porra vocês falam que eu perdi a razão
Minhas rimas são fiéis
Tenho os ovos onde ontem
MCs veem
Não há nada a fazer
Se acaso perder
Querer não é poder, não
Querer foder comigo é
Querer ser fodido
Aqui me tem mais uma vez
Com o som mais pesado do planeta
A margem esquerda continua viva
Mãos pra cima, b-boys
Lá vai o Javi
Sou só um bêbado
E me acho um deus
Às vezes no capacete
Faço pogos com gogos
Sou o filólogo
Microfones com maconheiro
Com que porra!!!
Com tons monocromáticos eu
Que não falte mulher a quem amar
Como é de se esperar nesse best-seller
Eu rapeo, não fico de bobeira
Se vejo desejo no seu olhar
Pego meu corpo e balanço, mas
Mas o amor guarda pra depois
Que eu tô cego
E palavras bonitas não são meu jogo
Número um
MC, pra mim você não
Eu sim pra você
Pois tenho grandes bandas em modo de clã
Baixa o volume se essa merda não é real, filho da puta
Pois já é evidente sua derrota.
Baixa o volume, baixa o volume
Se essa merda não é real, filho da puta
X 4
Subo os degraus, levantem as cortinas
Hoje é noite de gala, coloquem suas melhores roupas, sentem-se
Façam ato de presença gritando nas cadeiras
Segurem os fraques e amarre bem suas gravatas
Aqui vai ter ventania, os melhores penteados pro espaço
Virtuosos do rap são furacões
De bases fortes surgiram, cresceram altos
Já não estão verdes, maduros caem ao chão por cegos
Leis fodem vícios de gente
E ser bom demais não combina comigo, nasci um pouco rebelde
A vida me fez assim, aprendi a me virar
Faço o que é certo, acredito, embora às vezes falhe, eu sei
O grande mago bêbado tem a patente
Não copie, se afaste ou vai pagar caro
Sempre admirei grafites nas paredes
E o único aerosol que sei usar é desodorante de banheiro
Embora alguma vez tenha manchado fachadas
Em prata brilhante com meu hardcore montanha
Desde pequeno sempre fiz o que me deu na telha
E assim vou sempre, um pouco a trancos e barrancos
Rap de estupradores em pedestais
Rap de MCs de merda em penicos
Doble V violam versos E aqui não tem gato escondido, somos cães
de rua soltos.
Baixa o volume, baixa o volume
Se essa merda não é real, filho da puta
X 4
Composição: Kase.o, Fernandez Sergio Rodriguez, R de Rumba, David Gilaberte Miguel, Jose Ramon Alconchel Benito