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Chuva

Franco De Vita

Lluvia

Ese trueno anuncia la lluvia
las palomas se refugian
luego de volar muy libres
dando vueltas al campanario

El cielo se torna oscuro
y de repente por el Este un relámpago
y se sabe que tan duro será el trueno

Se deslizan por mis dedos
las primeras gotas
transportadas por el viento
que a medida van cayendo
que ya duro esta lloviendo
y es mejor me pongo dentro

Lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia
no me pidas que te quiera que no te puedo querer
Lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia
si esta vez me toca a mi yo lo quisiera saber

Y así dura bastante tiempo
cae sobre mi ciudad
nadie la puede frenar
ella sola parara
unos la bendeciran
a otros les dará igual
pero algunos les hará daño
mucho daño les hará

Y termina de repente
y de la tierra se desprende
el olor que queda luego
el olor que queda luego

Mira el niño hacia el cielo
sin su techo habrá quedado
y no le queda mas remedio
ya esta como acostumbrado

Lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia
no me pidas que te quiera que no te puedo querer
Lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia, lluvia
si esta vez me toca a mi yo lo quisiera saber.

Chuva

Esse trovão anuncia a chuva
as pombas se refugiam
depois de voar bem livres
dando voltas no campanário

O céu fica escuro
e de repente pelo Leste um relâmpago
e se sabe que tão forte será o trovão

Escorrem pelos meus dedos
as primeiras gotas
transportadas pelo vento
que à medida que vão caindo
já tá pesado, tá chovendo
e é melhor eu me abrigar

Chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva
não me peça pra te amar que não dá pra eu te amar
Chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva
se dessa vez é minha vez, eu queria saber

E assim dura bastante tempo
cai sobre minha cidade
ninguém consegue parar
ela sozinha vai parar
uns vão abençoar
a outros não vai fazer diferença
mas alguns vão se machucar
muito machucarão

E termina de repente
e do chão se desprende
o cheiro que fica depois
o cheiro que fica depois

Olha a criança pro céu
sem seu teto ficou
e não lhe resta mais nada
já tá meio acostumado

Chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva
não me peça pra te amar que não dá pra eu te amar
Chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva, chuva
se dessa vez é minha vez, eu queria saber.

Composição: Franco de Vita de Vito