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Guerra? Onde Meu Inimigo Está?

Volkana

War? Where My Enemy Lies

Heroes, the living are dead
War, the devil's burial
In a graveless heroes day
Where in their suits of armour
It becomes inpenetrable
The vison of their faces
Everything is dark
Where my enemy lies
Look, his sword cuts the sky
Between so clear clowds
And it gets down to the ground
Red of treason
Which doesn't allow the men rest
But you've got other lives
Only once is not enough

Heroes, the living are dead
It rains rocks from the sky
In the city of vallants
There, tired bodies
Minds empty of time
That repouse their eyes
In the women's white laps
In the surrender of a night
Where minutes are thousand hours
Heroes, the living are dead

Na intimidade de seu banheiro contorce o rosto
Numa condenação silenciosa
Nas suas feições se iluminam com o ódio ao ver
Que o sistema gasta milhões e milhões com armas e bombas
Nos dando tempo para morrer
Mas isso não é uma guerra positiva, é uma guerra de poderosos
Guerra de pessoas doentes, que nos dão tempo para morrer

Heroes, the living are dead
Not only of bread lives the man
His flood is our blood
They fight with hate for love
Fools the man
Who think that war
Will bring peace some day
Mediocre man
Note more than crazy nuts
Tormented by hate

Mas o tempo está desnorteado
Maldita sina que me fez nascer um dia para consertá-lo
Morou mano?

Guerra? Onde Meu Inimigo Está?

Heróis, os vivos estão mortos
Guerra, o sepultamento do diabo
Em um dia de heróis sem sepultura
Onde em suas armaduras
Torna-se impenetrável
A visão de seus rostos
Tudo é escuridão
Onde meu inimigo está
Olha, sua espada corta o céu
Entre nuvens tão claras
E desce até o chão
Vermelho de traição
Que não deixa os homens descansarem
Mas você tem outras vidas
Só uma vez não é o suficiente

Heróis, os vivos estão mortos
Cai rocha do céu
Na cidade dos valentes
Lá, corpos cansados
Mentes vazias de tempo
Que repousam seus olhos
Nos colos brancos das mulheres
Na rendição de uma noite
Onde minutos são mil horas
Heróis, os vivos estão mortos

Na intimidade do seu banheiro contorce o rosto
Numa condenação silenciosa
Em suas feições se iluminam com o ódio ao ver
Que o sistema gasta milhões e milhões com armas e bombas
Nos dando tempo para morrer
Mas isso não é uma guerra positiva, é uma guerra de poderosos
Guerra de pessoas doentes, que nos dão tempo para morrer

Heróis, os vivos estão mortos
Não só de pão vive o homem
Sua enchente é nosso sangue
Eles lutam com ódio por amor
Tolo é o homem
Que pensa que a guerra
Trará paz algum dia
Homem medíocre
Nada mais que loucos
Tormentados pelo ódio

Mas o tempo está desnorteado
Maldita sina que me fez nascer um dia para consertá-lo
Mora, mano?

Composição: