Aurea Élégie
He dances on freezing waters
Time remains from nothing
The dried veins of a fragile existence
Forced to haunt in
A vastland, blanket of mist
A spirit, without a soul
The narrow hall
From where existence is born
Unlockable
The sky breathes
Cold winds
But no life is left
Forgotten
Desolated
Doomed to roam
Alone
In a vastland
Trees which taunt him
Mountains that cease to rise
Oak has shattered
Whence a strong branch
The limbs will crack
And form a shattered frown
An unforgivable existence
Bounded by self grief
A once life
Trapped in a sphere of anguish
Lost
Sullen eyes grasp to embrace
Unable to see
What once was
Gazing beyond eternities
Obscured slumber
Ascent from serenity
The illusion of existence
Perpetuated by a condemned spirit
Hopeless and ruined
As a wretched phantom
Bound by eternal grief
For eternity
Aurea sua vida
Ele dança em águas geladas
O tempo permanece do nada
As veias secas de uma existência frágil
Forçado a assombrar em
Um vastland, cobertor de névoa
Um espírito sem alma
O corredor estreito
De onde nasce a existência
Desbloqueável
O céu respira
Ventos frios
Mas não há vida
Esquecido
Desolado
Condenado a vaguear
Sozinho
Em um vastland
Árvores que provocam ele
Montanhas que deixam de subir
Carvalho se despedaçou
De onde um ramo forte
Os membros vão quebrar
E formar uma carranca quebrada
Uma existência imperdoável
Delimitado por auto-luto
Uma vez a vida
Preso em uma esfera de angústia
Perdido
Olhos soturnos agarram para abraçar
Incapaz de ver
O que já foi
Olhando além das eternidades
Sono Obscuro
Subida da serenidade
A ilusão da existência
Perpetuado por um espírito condenado
Sem esperança e arruinado
Como um fantasma infeliz
Obrigado pela dor eterna
Para a eternidade