Ghost
I'll be the one to let this roof cave in on me
Buried in this house, this wooden graveyard by the sea
We push away our families to understand our needs
The love and all the hate I used to hold in front of me
Restless nights, all dizzy spells, all sand between my sheets
Showing signs of thirst I try down the boardwalk, all blistered feet
And now I know I never knew about you, only me
We carried this inside like some disease we couldn't beat
But we could work, try to live and get by
To make our family in the second-floor apartment
Standing on a threshold, body out in flesh, cold
Go ahead and celebrate the things you lost
Try to breathe, to flex and release
To cry and work out what underrate apartment (?)
Moments are a lifetime
Nothing in a straight line
This will take a little while just to shake things off
Down by water's edge, under the dying tree
I let my body slip, so dead inside of me
But when I came around some kind of milky face
I don't ever want to be alone like this
And I will tuck into you like I always want to be
Shadows just a shade of black now, darkness in degree
Oh it was you who knew we first saw this wasn't meant for kids like me
Some hoodoo natural force we only feel we never see
But as we (?) in time, a brotherly sigh
Their heads got small until they vanished into silence
Sinking into white foam, running to a new home
They can only understand the things we see
Just cease, desist, and leave me like this
Their eyes wide open, the beauty of the bright lights
Standing on a threshold, body out in flesh, cold
I don't ever want to be alone like this, no
I have no choice but to be vicious on my feet
I never sleep, I never eat
I am learning how to be lost completely
I want to be found, be craved like things we push away
These patterns cut like every day
I need you to reach, I need you to need me
Down by water's edge, under a dying tree
I let my body slip, so dead inside of me
But when I came around some kind of milky face
Shaking my bones, put me back in my place
I don't ever want to be alone like this
For me, by the presence of the things I miss
I don't ever want to be alone like this
For me, by the presence of the things I miss
I am becoming a ghost of myself
Oh I am becoming a ghost of myself
Trapped little secrets, little things we never tell
No I am becoming a ghost of myself
Fantasma
Eu serei aquele que deixará esse teto desabar sobre mim
Enterrado nesta casa, este cemitério de madeira à beira-mar
Afastamos nossas famílias para entender nossas necessidades
O amor e todo o ódio que eu costumava ter na minha frente
Noites inquietas, todas as tonturas, toda a areia entre meus lençóis
Mostrando sinais de sede, eu tento na passarela, pés todos estourados
E agora eu sei que nunca soube sobre você, só sobre mim
Carregamos isso dentro como uma doença que não conseguíamos vencer
Mas poderíamos trabalhar, tentar viver e nos virar
Para formar nossa família no apartamento do segundo andar
De pé em um limiar, corpo exposto, frio
Vá em frente e celebre as coisas que você perdeu
Tente respirar, se esticar e se soltar
Chorar e resolver o que subestima o apartamento (?)
Momentos são uma vida inteira
Nada em linha reta
Isso vai levar um tempinho só para sacudir as coisas
À beira da água, sob a árvore moribunda
Deixei meu corpo escorregar, tão morto dentro de mim
Mas quando voltei, algum tipo de rosto leitoso
Eu nunca quero ficar sozinho assim
E eu vou me aconchegar em você como sempre quis estar
Sombras agora são apenas um tom de preto, escuridão em grau
Oh, foi você quem soube que a primeira vez que vimos isso não era pra crianças como eu
Alguma força sobrenatural que só sentimos, nunca vemos
Mas enquanto (?) no tempo, um suspiro fraternal
As cabeças deles encolheram até desaparecerem em silêncio
Afundando na espuma branca, correndo para um novo lar
Eles só podem entender as coisas que vemos
Apenas pare, desista e me deixe assim
Os olhos deles bem abertos, a beleza das luzes brilhantes
De pé em um limiar, corpo exposto, frio
Eu nunca quero ficar sozinho assim, não
Não tenho escolha a não ser ser feroz nos meus pés
Eu nunca durmo, eu nunca como
Estou aprendendo como me perder completamente
Quero ser encontrado, ser desejado como as coisas que afastamos
Esses padrões cortam como todo dia
Eu preciso que você alcance, eu preciso que você precise de mim
À beira da água, sob uma árvore moribunda
Deixei meu corpo escorregar, tão morto dentro de mim
Mas quando voltei, algum tipo de rosto leitoso
Sacudindo meus ossos, me colocando de volta no meu lugar
Eu nunca quero ficar sozinho assim
Para mim, pela presença das coisas que sinto falta
Eu nunca quero ficar sozinho assim
Para mim, pela presença das coisas que sinto falta
Estou me tornando um fantasma de mim mesmo
Oh, estou me tornando um fantasma de mim mesmo
Segredos pequenos e presos, pequenas coisas que nunca contamos
Não, estou me tornando um fantasma de mim mesmo