Black Amber
Lost within the man-made forests
The cities do not have a heart
Waiting for the end to start
And burn us from among these stones
The scorching purges of extinction
Will fracture concrete bark
To weep black molten sap,
Solidify to black amber
Look into my eyes and see, here
The world is at a bitter end
The waters of the flood have risen
And swallowed up dry land
Uncounted years hence, washed up
Upon a nameless shore
A murky gemstone beaconing
A vision of our dying world
Nostalgia, oblivion
Remember? I too lived
And of the end I dreamed
Each night like death not sleep
You spoke to me, your voice
Like song above the sea
What did you say to me?
It passed out of all knowing...
Pale distance towards a forgotten dawn
Sealed in amber, deep beneath the sea
See what distant eyes could see
The passage of their time turned stone
Amber - see the dead forest
That stood uncounted years before our birth
The pale dawn that warmed our ancestors
Gleaming through the petrified trees, long fallen
Amber of the murky waters
That pound upon the shore
Edging past the path of sorrow
Into the daylight world
The labyrinth beyond
Has swallowed up some souls
And not the first for sure
But to these goes my song
Heralding the pending darkness here
Gathering to greet the end
Wishes well and re-morse drained
For we shall never cross our paths again.
Âmbar Negro
Perdido nas florestas feitas pelo homem
As cidades não têm coração
Esperando o fim começar
E nos queimar entre essas pedras
As purgas escaldantes da extinção
Fraturarão a casca de concreto
Para chorar resina negra derretida,
Solidificando-se em âmbar negro
Olhe nos meus olhos e veja, aqui
O mundo está em um fim amargo
As águas da inundação subiram
E engoliram a terra seca
Incontáveis anos depois, lavados
Em uma costa sem nome
Uma gema turva chamando
Uma visão do nosso mundo moribundo
Nostalgia, esquecimento
Lembra? Eu também vivi
E do fim eu sonhei
Cada noite como morte, não sono
Você falou comigo, sua voz
Como uma canção acima do mar
O que você me disse?
Isso saiu de todo conhecimento...
Distância pálida em direção a uma aurora esquecida
Selada em âmbar, profundo sob o mar
Veja o que olhos distantes poderiam ver
A passagem do seu tempo transformada em pedra
Âmbar - veja a floresta morta
Que ficou incontáveis anos antes do nosso nascimento
A pálida aurora que aqueceu nossos ancestrais
Brilhando através das árvores petrificadas, há muito caídas
Âmbar das águas turvas
Que batem na costa
Passando pelo caminho da tristeza
Para o mundo da luz do dia
O labirinto além
Engoliu algumas almas
E não é a primeira com certeza
Mas para essas vai minha canção
Anunciando a escuridão iminente aqui
Reunindo-se para saudar o fim
Desejos bem e remorso drenado
Pois nunca cruzaremos nossos caminhos novamente.