The Benevolent Pawn
I urged to do good, but somehow motives, action and its consequence can form absurd chains.
I never fully understood but somehow, somehow these grew taint.
Obscured my inner eye.
Spawned interior lies.
The lies turned to truth in my eyes.
Called upon me to commit these deeds,
I would consider vile. As if these hands weren't mine.
I paused and beheld his dead eyes,
And momentarily I glimpsed my distorted I.
But, this clearness died.
Could I confine my mind, to justify my crime?
Every trivial move could bind
This twisted fate of mine.
I tried to conform but these malevolent fingers,
These malicious fingers were plotting my doom.
I turned the deaf ear but the voices still lingered,
And thus my new image continued to bloom.
This devilish contraption controlling my fingers,
Towards times of chaos and gloom.
I urged to do good, but somehow motives, action and its consequence can form absurd chains.
O Peão Benevolente
Eu me esforcei para fazer o bem, mas de alguma forma, motivos, ações e suas consequências podem formar cadeias absurdas.
Nunca entendi completamente, mas de alguma forma, essas coisas cresceram manchadas.
Obscureceram meu olhar interior.
Geraram mentiras internas.
As mentiras se tornaram verdade aos meus olhos.
Chamaram por mim para cometer esses atos,
Que eu consideraria vil. Como se essas mãos não fossem minhas.
Eu pausei e contemplei seus olhos mortos,
E por um momento vislumbrei meu eu distorcido.
Mas, essa clareza morreu.
Eu poderia confinar minha mente, para justificar meu crime?
Cada movimento trivial poderia amarrar
Esse destino torcido meu.
Eu tentei me conformar, mas esses dedos malignos,
Esses dedos maliciosos estavam tramando minha ruína.
Eu fiz ouvidos de mercador, mas as vozes ainda persistiam,
E assim minha nova imagem continuou a florescer.
Essa engenhoca diabólica controlando meus dedos,
Rumo a tempos de caos e escuridão.
Eu me esforcei para fazer o bem, mas de alguma forma, motivos, ações e suas consequências podem formar cadeias absurdas.