
O Engenho
Walter Bernardino
Andando na vida sem rumo julguei encontrar meu destino
Mas o destino é um menino que brinca com os meus ideais
Que sem esta me seguindo mesmo que amores me causem
Marcas no corpo e na mente que nem o tempo desfaz
Vou seguir pela vida no meu descaminho de espinhos
Procurando conter os sentimentos
E lágrimas que secaram ao vento
Vou viver, mas eu sei que a saudade em meu peito vai morar
No meu rosto as rugas do tempo
Por sonhar revivendo os momentos de um amor
De um amor que é que nem uma flexa
Que cravou no meu corpo cansado
E apesar de sangrando meu canto é apaixonado
Pela vida no pouco que tenho
Pela força que move o engenho
E por ela que em meu pensamento
Vai estar sempre ao meu lado



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