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Olhando Para o Mar

Warcry

Mirando Al Mar

Solo en esta celda, en esta fría prisión
Condenado por extraños espero mi ejecución
Yo sé que hoy moriré mirando al mar
No me hicieron juicio, no fue necesario hablar
Extraño en su tierra, el enemigo mortal
Yo sé que hoy moriré mirando al mar
Yo sé que hoy moriré mirando al mar

Lejos, muy muy lejos, más allá del ancho mar
Se encuentra una tierra a la que llamo mi hogar
Y sé que no... no, no, no
Nunca más voy a volver
Y sé que no... no, no, no
El futuro se acaba este amanecer

Pienso en los hombres que nos mandan a luchar
Por oro y por tierras que el pueblo nunca tendrá
Y sé que no... no, no, no
No es justo que deba morir
Y sé que no... no, no, no
Pero soy un soldado y ésto elegí

Déjame contemplar el sol
Será la última vez que sienta su calor
Matadme mirando hacia al mar
Así mi alma sabrá como regresar

Intentare perderme allí donde nacen los sueños
Quizás así todo el dolor que sienta me sea ajeno
Lejos, muy muy lejos, oiré armas disparar
Y en mi interior una voz me grita que debo volar...

(Solo)

Miro al carcelero, ya mi tiempo se acabó
Busco entre ellos al que manda el pelotón
Y le pido...

Déjame contemplar el sol
Será la última vez que sienta su calor
Matadme mirando hacia al mar
Así mi alma sabrá como regresar

Déjame contemplar el sol
Será la última vez que sienta su calor
Lejos, muy muy lejos, oiré armar disparar
Y en mi interior una voz me grita que debo volar...
Volar...
Volar...
Volar...

Olhando Para o Mar

Sozinho nesta cela, nesta fria prisão
Condenado por estranhos, espero minha execução
Eu sei que hoje vou morrer olhando para o mar
Não me fizeram julgamento, não foi necessário falar
Estranho em sua terra, o inimigo mortal
Eu sei que hoje vou morrer olhando para o mar
Eu sei que hoje vou morrer olhando para o mar

Longe, muito, muito longe, além do vasto mar
Há uma terra que chamo de lar
E eu sei que não... não, não, não
Nunca mais vou voltar
E eu sei que não... não, não, não
O futuro se acaba neste amanhecer

Penso nos homens que nos mandam lutar
Por ouro e por terras que o povo nunca terá
E eu sei que não... não, não, não
Não é justo que eu tenha que morrer
E eu sei que não... não, não, não
Mas sou um soldado e isso eu escolhi

Deixe-me contemplar o sol
Será a última vez que sentirei seu calor
Me matem olhando para o mar
Assim minha alma saberá como voltar

Tentarei me perder onde nascem os sonhos
Talvez assim toda a dor que eu sinta me seja estranha
Longe, muito, muito longe, ouvirei armas disparar
E dentro de mim uma voz grita que eu devo voar...

(Só)

Olho para o carcereiro, meu tempo já acabou
Procuro entre eles quem manda o pelotão
E peço...

Deixe-me contemplar o sol
Será a última vez que sentirei seu calor
Me matem olhando para o mar
Assim minha alma saberá como voltar

Deixe-me contemplar o sol
Será a última vez que sentirei seu calor
Longe, muito, muito longe, ouvirei armas disparar
E dentro de mim uma voz grita que eu devo voar...
Voar...
Voar...
Voar...

Composição: