Love, Death's Betrothed
Voluble existence
An unaware desperate cry
Echoing from nowhere
In an endless death rattle
By convolvuluses and creeping brambles
Milliards of hollow shades of pretended souls
Caught in the thorny and grinning web
Of decadence
Dead eyes that do not see
Dead ears that do not hear
Seemingly blown by the wind of life...
But these are only dead leaves
Weakness Enthroned
Dissatisfaction procreated
The perverted inverted instincts of life
Extolled to heavenly nothingness
Oh, moribund God
Vomiting to the petrified ground
The self-eschatological Lethean flood
Of the unveiling nihilism
And I, chewing my limbs with resignation
The acceleration of the natural degradation
Choosing loss and self desecration
Not under the influence of an redemptive idea
But silent suicide
Instead of self-deceit
Inseminating instinct of madness
And crowning nothingness upon the living
So is Good
Against Evil
And thus Love has turned out to be
Death's betrothed
Farewell World
It is you or me.
Amor, o Noivo da Morte
Existência volúvel
Um grito desesperado e inconsciente
Ecoando do nada
Em um interminável estertor da morte
Por convolvulus e espinhos rastejantes
Bilhões de sombras ocas de almas fingidas
Pegos na teia espinhenta e sorridente
Da decadência
Olhos mortos que não veem
Ouvidos mortos que não ouvem
Soprados aparentemente pelo vento da vida...
Mas essas são apenas folhas secas
Fraqueza entronizada
Insatisfação procriada
Os instintos invertidos e pervertidos da vida
Exaltados ao nada celestial
Oh, Deus moribundo
Vomitando no chão petrificado
A auto-escatológica inundação letárgica
Do niilismo desvelado
E eu, mastigando meus membros com resignação
A aceleração da degradação natural
Escolhendo a perda e a auto-degradação
Não sob a influência de uma ideia redentora
Mas suicídio silencioso
Em vez de autoengano
Instinto de loucura inseminante
E coroando o nada sobre os vivos
Assim é o Bem
Contra o Mal
E assim o Amor se revelou
Noivo da Morte
Adeus, Mundo
É você ou eu.
Composição: Vladimir Cochet