Cadaverous Soliloquy
Cadaverous soliloquy
Only graveworms hear my buried cries
Thus betrayed by faith
I fear the chilly gaze of the glittering moonface
Declining in rapture
Enter mourning sculptures
Helpless
As I dwell in this void of nothingness
Putrefaction afloat in the air
Satisfaction by gnawing nightcrawlers
In ecstasy succumbs my bravery
Insanity root of wild fancies
Depravity orgasm in extremis
From rust to dust and rust to dust…
Cadaverous soliloquy; indigent is this melody
Cadaverous soliloquy, awaiting Thee, awaiting Thee
Cadaverous soliloquy; my last breath will soon call Thy name
Cadaverous soliloquy; forever jailed by Death's flame
Cadaverous soliloquy
Only graveworms hear my buried cries
Dust in the womb
Then dust in the tomb
By this nocturnal might
I am forever crystallized under the moonlight
Though enslaved
Always for Thee have I craved
Ravens eyes beholding me on my gravestone
A cold wind rising unveil Thy majesty moaning on its throne
Insignificant toy of Thine
As sadly I will utter my whines
For Thee a rose I threw
Frozen by my weeping it was dark blue
Soak it in blood-red wine
And of my demise behold the sign
When the fog finally blinds me
Chained in darker land I will forever love Thee
Solilóquio Cadavérico
Solilóquio cadavérico
Só os vermes de cova ouvem meus gritos enterrados
Assim traído pela fé
Temo o olhar gelado da lua brilhante
Declinando em êxtase
Entram esculturas de luto
Desamparadas
Enquanto habito este vazio de nada
Putrefação flutua no ar
Satisfação por vermes noturnos roendo
Em êxtase sucumbe minha bravura
Insanidade raiz de fantasias selvagens
Depravação orgasmo em extremos
De ferrugem a poeira e ferrugem a poeira…
Solilóquio cadavérico; indigente é esta melodia
Solilóquio cadavérico, aguardando a Ti, aguardando a Ti
Solilóquio cadavérico; meu último suspiro logo chamará Teu nome
Solilóquio cadavérico; eternamente preso pela chama da Morte
Solilóquio cadavérico
Só os vermes de cova ouvem meus gritos enterrados
Poeira no ventre
Então poeira no túmulo
Por esta força noturna
Estou eternamente cristalizado sob a luz da lua
Embora escravizado
Sempre por Ti eu desejei
Olhos de corvo me observando na minha lápide
Um vento frio se levantando revela Tua majestade gemendo em seu trono
Brinquedo insignificante Teu
Enquanto tristemente eu vou proferir meus lamentos
Para Ti uma rosa eu joguei
Congelada pelo meu choro, ela era azul escura
Mergulhe-a em vinho tinto
E de minha morte veja o sinal
Quando a névoa finalmente me cegar
Acorrentado em terra mais escura, eu sempre amarei a Ti