MONOCHROME ni Somari Yuku Machi de
Yugandeku somare ni
Kimi o ukapeteru yo
Kenshiki ga boku o tsutsunde
sugi satteku hibi o
hitori de saigashiteru yo
Mienai ito hodoite
CONCRETE ni ai no kotoba o
kanki doko shiteta
Ano futari ha
tadaiyoi tsuzuketeru muke gara no mimo
MONOCHROME ni soumaru
Kaze ni fukarete
Ano toki kanjiteta michita no kuuki
machinami ni nomi komareru
shinjitakunai yo
oi kaketeirunda
mada kimi no omokage o
osanai hanano nukumori
sugi satteku kumo o
boku o watteru yo
sayonara hakanai yume
ASPHALT ni kizanda ashiato
Omoi dashitetmo
Mou karenai
Samayoi tsuzuketeru ai no kiyoku mada
Nakushite hajimete kizuku
Ima ja osoito
Ano toki wasureteta kotoba no imi ga
Machi jyuu ni afureteku hikari ga mabushii
Ano toki yume miteta futari no mirai
MONOCHROME ni soumete
towa no chikai o
Na Cidade que se Torna Monocromática
Desfigurando-se, eu
Te vejo flutuar
A consciência me envolve
Os dias passam
Eu procuro sozinho
Desfazendo fios invisíveis
No CONCRETO, palavras de amor
Onde foi parar a empolgação?
Aqueles dois
Continuam a se olhar, sem se importar
Se tornando MONOCROMÁTICOS
Soprados pelo vento
Naquela época, sentia o ar cheio
Sendo engolido pela paisagem
Não quero acreditar
Estou correndo atrás
Ainda da sua sombra
O calor de uma flor infantil
As nuvens que já passaram
Me cercam
Adeus, sonho efêmero
Na ASPHALT, marcas de passos
Mesmo que eu comece a lembrar
Já não floresce mais
Continuo perdido, a pureza do amor ainda
Perdendo, começo a perceber
Agora é tarde
Naquela época, esqueci o significado das palavras
A luz que transborda pela cidade é ofuscante
Naquela época, sonhávamos com o futuro
Colocando tudo em MONOCROMÁTICO
Um juramento eterno