Voices From The Last Horizon
When darkness fell upon this land
It stole man's power with iron hand
Spreading wrath, and sin, and pride
Dooming mankind from deep inside
Behind the shadows, phantoms lied
Demons lurking, dead inside
Pulling strings of mortal fools
Dragging them down, breaking all rules
You see the ruins at sunset's glow
As far as human sight can go
The sacred places turned to dust
Temples fallen, corroded by rust
You hear the cries of fragile souls
Pleading for grace to make them whole
Torn by time and left to mourn
In solitude, shattered and worn
They're the voices from the last horizon
Drowned in grief and damnation’s song
They beg for help from skies above
But their own sins proved far too strong
Letters written in crimson stains
Few remained unchained by chains
Their flesh was feasted, bones laid bare
Their tears the sap of pure despair
Now fire burns through every vein
A poisoned flood of endless pain
Then God proclaims, The wrath is Mine!
And all who strayed shall pay in time
The sigh of death will sound so light
But human screams will haunt the night
Exiled beneath the watchful eye
Where judgment falls from Heaven’s sky
They're the voices from the last horizon
Drowned in grief and damnation’s song
They beg for help from skies above
But their own sins proved far too strong
Vozes do Último Horizonte
Quando a escuridão caiu sobre esta terra
Roubou o poder do homem com mão de ferro
Espalhando ira, pecado e orgulho
Condenando a humanidade de dentro pra fora
Atrás das sombras, fantasmas mentiam
Demônios espreitando, mortos por dentro
Puxando as cordas de tolos mortais
Arrastando-os pra baixo, quebrando todas as regras
Você vê as ruínas ao brilho do pôr do sol
Até onde a vista humana pode alcançar
Os lugares sagrados se tornaram pó
Templos caídos, corroídos pela ferrugem
Você ouve os gritos de almas frágeis
Implorando por graça para se tornarem inteiras
Desgarradas pelo tempo e deixadas a lamentar
Na solidão, despedaçadas e desgastadas
São as vozes do último horizonte
Afogadas em dor e na canção da condenação
Elas imploram por ajuda dos céus acima
Mas seus próprios pecados se mostraram fortes demais
Cartas escritas em manchas carmesim
Poucos permaneceram livres das correntes
Sua carne foi devorada, ossos expostos
Suas lágrimas, a seiva do puro desespero
Agora o fogo queima em cada veia
Uma inundação envenenada de dor sem fim
Então Deus proclama: A ira é Minha!
E todos que se desviaram pagarão em seu tempo
O suspiro da morte soará tão leve
Mas os gritos humanos assombrarão a noite
Exilados sob o olhar vigilante
Onde o julgamento cai do céu do Paraíso
São as vozes do último horizonte
Afogadas em dor e na canção da condenação
Elas imploram por ajuda dos céus acima
Mas seus próprios pecados se mostraram fortes demais
Composição: Wélerson Recalcatti