Medias Negras
La vi en la calle Serra
Toreando con la bolsa un autobus
Llevaba medias negras
Y minifalda de cuero marrón
Me dijo tienes fuego
Tranquilo que no hago nada ilegal
Salí ayer del talego
Que tal si me invitaras a cenar
Ahí empezó la lluvía
Yo andaba paragüas y ella no
¿A dónde vamos rubia?
A donde tú me lleves contestó
Así es que fuimos hasta
Mi casa, y en el condado le advertí
Con un colchón nos basta
De estufa corazón te tengo a tí
Le calenté una sopa
Con vino tinto, pan y salchichón ¡que vacilón!
Y a la segunda copa
¿Qué hacemos con la ropa? Preguntó
Y yo que nunca tuve
Más religión que un cuerpo de mujer
Del cuello de una nube
Aquella madrugada me colgué, Ay como gozé
Estaba solo cuando
La luz del sol me dio y me desveló
Me desperté abrazando
La ausencia de su cuerpo en mi colchón
Lo malo no es que huyera
Con mi cartera y con mi reloj
Peor es que se fuera
Robándome además el corazón
De noche Piel de hada
Y a plena luz del día Cruela de Vil
Maldita madrugada
Y yo que me creía Steven Quinn
Y si en la calle Serra te la encuentras
Dile que le escrito un son ¡ay de corazón!
Llevaba medias negras
Y minifalda de cuero marrón ¡Que sanación!
Llevaba medias negras y me robó el corazón
Yo canto por no llorar
Pero mañana de nochesita la salgo a buscar
Llevaba medias negras y me robó el corazón
Ohhhh, vaya lío en que me metió
Esa mujer el corazón me llevó
Llevaba medias negras y me robó el corazón
Maldita madrugada en que yo la vi
La muy descarada se burló de mi
Llevaba medias negras y me robó el corazón
Yo voy siguiendo su pista
Se ve que soy masoquista
Llevaba medias negras y me robó el corazón
Y me llevó el reloj y la billetera
Me dejó vacía toda la nevera
Llevaba medias negras y me robó el corazón
Y si en la calle Serra te la encuentras
Dile que le dedico este son
Meias Negras
Eu a vi na rua Serra
Brincando com a bolsa um ônibus
Ela usava meias negras
E minissaia de couro marrom
Ela me disse que tinha fogo
Calma que não faço nada ilegal
Saí ontem da cadeia
Que tal se você me convidasse pra jantar
Aí começou a chuva
Eu andava com guarda-chuva e ela não
Pra onde vamos, loira?
Pra onde você me levar, respondeu
Assim fomos até
Minha casa, e no condado eu avisei
Com um colchão tá bom
De aquecedor, coração, eu tenho você
Eu esquentei uma sopa
Com vinho tinto, pão e salame, que delícia!
E na segunda taça
O que fazemos com a roupa? Perguntou
E eu que nunca tive
Mais religião que o corpo de uma mulher
Do pescoço de uma nuvem
Aquela madrugada eu me pendurei, ai como eu gozei
Estava sozinho quando
A luz do sol me pegou e me acordou
Acordei abraçando
A ausência do corpo dela no meu colchão
O pior não é que ela fugiu
Com minha carteira e meu relógio
Pior é que ela foi embora
Me roubando também o coração
De noite, Pele de fada
E à luz do dia, Cruela de Vil
Maldita madrugada
E eu que me achava Steven Quinn
E se na rua Serra você a encontrar
Diga que escrevi uma canção, ai de coração!
Ela usava meias negras
E minissaia de couro marrom, que cura!
Ela usava meias negras e me roubou o coração
Eu canto pra não chorar
Mas amanhã à noite eu saio pra procurar
Ela usava meias negras e me roubou o coração
Ohhhh, que confusão em que me meteu
Essa mulher levou meu coração
Ela usava meias negras e me roubou o coração
Maldita madrugada em que eu a vi
A descarada riu de mim
Ela usava meias negras e me roubou o coração
Eu vou seguindo seu rastro
Parece que sou masoquista
Ela usava meias negras e me roubou o coração
E levou meu relógio e minha carteira
Me deixou vazia toda a geladeira
Ela usava meias negras e me roubou o coração
E se na rua Serra você a encontrar
Diga que dedico essa canção