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A Concorrência

Wir Sind Helden

Die Konkurrenz

Du fährst dein Rad am Straßenrand
Begehrst nicht andrer Weib noch Land
Begehren ist dir einerlei
Du pfeifst und singst und fühlst dich frei

Du pfeifst und singst und fühlst dich frei
Da zieht wer links an dir vorbei
Vorbeiziehen ist dir einerlei
Sagst du und wirst ganz blass dabei

Die Konkurrenz schläft nicht! (Uhhhh...)
Die Konkurrenz schläft nicht!
Die Konkurrenz schläft nicht! (Uhhhh...)
Die Konkurrenz schläft nicht!
Die Konkurrenz schläft nicht!

Sag's mir, Hippiekind

Jetzt stehst du auf dem Dach der Welt
Die Welt hält still und dir gefällt's
Du atmest tief und fühlst dich hier
Du fühlst dich eins mit Welt und Dir

Du fühlst dich eins mit Welt und Hier
Steht plötzlich einer neben dir
Bist eins mit dir und mit der Welt
Bis einer sich für einser hält!

Die Konkurrenz schläft nicht! (Uhhhh...)
Die Konkurrenz schläft nicht!
Die Konkurrenz (die Kon- Kon- Konkurrenz) schläft nicht! (Uhhhh...) (die Kon- Kon- Konkurrenz)
Die Konkurrenz (die Kon- Kon- Konkurrenz) schläft nicht! (Kon- Kon- die Kon- Kon- Konkurrenz)

Sag's mir, kleiner Punk
Da zieht wer links an dir vorbei
(Sag, was macht das mit dir?)
Dem ist dein Pfeifen einerlei
(Sag, was macht das mit dir?)

Da steht ein Andrer neben dir
und fühlt sich eins mit dem, was deines war
Nich seins
Sag, was macht die Konkurrenz

Du tust die Arbeit Hand in Hand
Seite an Seite, bestellst das Land
Am morgen geht's eilig und früh aus der Falle
Du singst: „Alle für einen, einer für alle!"

Du singst: „Alle für einen, einer für alle!"
Dann kommt einer und macht alle anderen alle
Am morgen geht's eilig und früh aus der Falle
Du singst: „Jetzt bin ich der Eine und ihr andern seid alle!"

Die Konkurrenz sie schläft nicht! (Uhhhh...)
Die Konkurrenz schläft nicht! (Uhhhh...)
Die Konkurrenz (die Kon- Kon- Konkurrenz) schläft nicht! (Uhhhh...) (die Kon- Kon- Konkurrenz)
Die Konkurrenz (die Kon- Kon- Konkurrenz) schläft nicht! (Kon- Kon- die Kon- Kon- Konkurrenz)

A Concorrência

Você pedala na beira da estrada
Não deseja a mulher de ninguém, nem a terra
Desejar não te importa
Você assobia e canta e se sente livre

Você assobia e canta e se sente livre
Aparece alguém passando ao seu lado
Passar por você não te importa
Você diz e fica bem pálido nisso

A concorrência não dorme! (Uhhhh...)
A concorrência não dorme!
A concorrência não dorme! (Uhhhh...)
A concorrência não dorme!
A concorrência não dorme!

Me diz, criança hippie

Agora você está no topo do mundo
O mundo para e você gosta
Você respira fundo e se sente aqui
Você se sente um com o mundo e com você

Você se sente um com o mundo e aqui
De repente, alguém aparece ao seu lado
Você é um com você e com o mundo
Até que alguém se ache o único!

A concorrência não dorme! (Uhhhh...)
A concorrência não dorme!
A concorrência (a con- con- concorrência) não dorme! (Uhhhh...) (a con- con- concorrência)
A concorrência (a con- con- concorrência) não dorme! (Con- con- a con- con- concorrência)

Me diz, pequeno punk
Aparece alguém passando ao seu lado
(Diz, o que isso faz com você?)
Pra ele, seu assobio não importa
(Diz, o que isso faz com você?)

Tem outro ao seu lado
E se sente um com o que era seu
Não é dele
Diz, o que a concorrência faz

Você faz o trabalho lado a lado
De mãos dadas, cultivando a terra
De manhã, é apressado e cedo pra sair da cama
Você canta: "Todos por um, um por todos!"

Você canta: "Todos por um, um por todos!"
Então vem alguém e derruba todos os outros
De manhã, é apressado e cedo pra sair da cama
Você canta: "Agora sou eu o único e vocês todos são nada!"

A concorrência não dorme! (Uhhhh...)
A concorrência não dorme! (Uhhhh...)
A concorrência (a con- con- concorrência) não dorme! (Uhhhh...) (a con- con- concorrência)
A concorrência (a con- con- concorrência) não dorme! (Con- con- a con- con- concorrência)

Composição: Judith Holofernes / Mark Tavassol