III - L'lsolement
A travers la fenêtre du temps,
J'observe les couleurs célestes de ma tentation.
Mon désir inespéré repose dans les fibres de la désolation.
Une rose noire entre les sépulcres dormant ...
J'entends au loin une oraison larmoyante,
Un écho voguant par-delà l'éther murmurant.
Mon Souffle vaporeux fuyant ce perpétuel recommencement
Emplit les limbes de ma rédemption.
Mon âme évanescente éclaire les chemins de l'éternité,
Pour enfin devenir l'étoile de mon obscurité.
Milliards de questions reposant sous terre
Emergent en un espoir nébuleux ...
Le crépuscule m'enlace des ses bras brumeux,
Me peint l'aube de ma concupiscence
Et m'emporte loin dans des illusions fantasmagoriques.
Je n'existe désormais que de mon inconscience ...
III - O Isolamento
Através da janela do tempo,
Eu observo as cores celestiais da minha tentação.
Meu desejo inesperado repousa nas fibras da desolação.
Uma rosa negra entre os sepulcros adormecidos ...
Eu ouço ao longe uma oração chorosa,
Um eco navegando além do éter sussurrando.
Meu Sopro vaporoso fugindo desse perpétuo recomeço
Enche os limbos da minha redenção.
Minha alma evanescente ilumina os caminhos da eternidade,
Para finalmente se tornar a estrela da minha escuridão.
Bilhões de perguntas repousando sob a terra
Emergem em uma esperança nebulosa ...
O crepúsculo me envolve com seus braços nebulosos,
Me pinta a aurora da minha concupiscência
E me leva longe em ilusões fantasmagóricas.
Eu não existo mais, apenas na minha inconsciência ...