Epiphany
Awake, awake
A sense of dread doth penetrate
My head it spins, my legs, they quake
An ill here done in shroud of dark
Eyes that cannot see
For fear that what beheld
Would violate my sanity
This lightless room
This cold and sightless tomb
What terrors herein lurk
I must expose yet fear exert it's course
Yet more
I illuminate!
Oh strongest discord!
And boldest misdeed!
A chill runs down my spine surveying this scene
A body there lies dead at my feet
Cold and inert
It's lifeblood drained from gaping slits
Face contorted in silent suffering
Before the ensuing release of death
Speechless I move
Mindlessly lost
A scream from the shadows, resounding in shock
My candle doth drop, I fall to my knees
Braying in horror at what I have seen
Lidless eyes staring accusingly
The blood on my own hands incriminating me
Yet something is missing, something I should know
Reality sets, my blood runs cold
The body familiar, someone I once knew
A lifetime ago in an age lost in mist
Now no longer failing, my memory renewed
An innocent victim denied his existence
I sink to weary knees once more
Beside this broken man upon the floor
Have I killed him?
Yes, I have killed him
For he is me and I am forsaken
Henceforth forevermore to this lightless room
This soul confining tomb
In life I yearned to be rid of myself
Alas
I death we rot together in this hell
Epifania
Acordado, acordado
Uma sensação de pavor penetra
Minha cabeça gira, minhas pernas, elas tremem
Um mal aqui feito em mortalha escura
Olhos que não podem ver
Por medo de que aquilo que
Violaria minha sanidade
Este quarto sem luz
Este túmulo frio e sem visão
Que terrores aqui espreitam
Eu devo expor, mas o medo exerce seu curso
Ainda mais
Eu ilumino!
Oh discórdia mais forte!
E mais ousado delito!
Um calafrio percorre minha espinha examinando esta cena
Um corpo ali jaz morto aos meus pés
Frio e inerte
É sangue vital drenado de fendas abertas
Rosto contorcido em sofrimento silencioso
Antes da liberação da morte
Sem palavras eu me movo
Perdido sem pensar
Um grito das sombras, ressonante em choque
Minha vela cai, eu caio de joelhos
Enxurrando de horror com o que eu vi
Olhos sem tampa, encarando acusadoramente
O sangue em minhas próprias mãos incriminando-me
No entanto, algo está faltando, algo que eu deveria saber
Reality sets, meu sangue corre frio
O corpo familiar, alguém que eu conheci
Uma vida inteira atrás em uma era perdida na névoa
Agora não mais falhando, minha memória renovada
Uma vítima inocente negou sua existência
Eu afundo a joelhos cansados mais uma vez
Ao lado deste homem quebrado no chão
Eu matei ele?
Sim, eu matei ele
Pois ele é eu e eu sou abandonado
Daí em diante para todo esse quarto sem luz
Este túmulo confinante de alma
Na vida eu ansiava por me livrar de mim mesmo
Alas
Eu morro nós apodrecemos juntos neste inferno