Whispering Gloom
Und sie sprach zu mir
Aus der Ewigkeit
Und sie zeigte mir das Ende
Denn die Zeit wart gekommen
Die Welt zu ertränken
In ihrer ewigen Finsternis
Breeding Ailments in my Solitude
The End is scratched into my Eyes
The Tune to all that is lost
In foaming Grief
In emotional Doom supreme
Car nous sommes les éternels prophètes ,
d'une lumière mourante
nous nous abandonnons dans les bras d'Orphée
pour apprécier les visions décharnées
de notre suicide ...
Notre nostalgie utopique ,
entre douleur et désespoir ,
notre solitude accablante ,
notre vie sans lendemain ...
ni espoir , ni devenir
seul l'envie de mourir ...
misanthropie sublimée ,
misanthropie utopique ...
Toutes ces lacérations de l'âme
nous noies dans le bonheur
d'une mort romantique ...
Suicide de l'âme ,
renaissance de la chair
Laissons monter l'émotions
de cette journée monotone ,
en attendant la nuit
qui viendra nous libérer
de par son majestueux silence ...
Marchant sur les berges
du gouffre sans fin
ma peur de l'infini
me donne la nausée ...
Mon corps est mort ,
mon âme pleure ...
je meurs ...
Sussurros de Tristeza
E ela falou comigo
Da eternidade
E me mostrou o fim
Pois a hora tinha chegado
De afogar o mundo
Na sua escuridão eterna
Gerando males na minha solidão
O fim está riscado nos meus olhos
A melodia de tudo que se perdeu
Na dor espumante
Na ruína emocional suprema
Pois somos os profetas eternos,
de uma luz moribunda
nos entregamos nos braços de Orfeu
para apreciar as visões desfiguradas
do nosso suicídio...
Nossa nostalgia utópica,
entre dor e desespero,
nossa solidão esmagadora,
nossa vida sem amanhã...
nem esperança, nem futuro
só a vontade de morrer...
misantropia sublimada,
misantropia utópica...
Todas essas lacerações da alma
nos afogam na felicidade
de uma morte romântica...
Suicídio da alma,
renascimento da carne
Deixemos subir as emoções
deste dia monótono,
esperando a noite
que virá nos libertar
pelo seu majestoso silêncio...
Caminhando nas margens
do abismo sem fim
minha medo do infinito
me dá náusea...
Meu corpo está morto,
minha alma chora...
eu morro...