I Shall Not Yield
I wish from the beginning of this game
I had known it was in vain
That everything was doomed to fail
Too long I lived in childish innocence
While the teachers of pretence
Tested my will to prevail
I cannot trust in anyone, I know
To me my neighbour is my foe
There's poison in the sweets you find
Exploiting weakness with freetrade lies
The only thing you cannot buy
Is happiness and peace of mind
It's a balance of power; should I jump
From the prisoners tower
Sometimes I wish that I could lay me down
And hope for no tomorrow
But you'll never see me surrender my blade
Refusing death's call, I will conquer my fate
For I shall not yield
And I cannot even sell my soul
It's breath, torn and abused
Still my lifejoy may fetch a fair price
Since it's only "slightly used"
It's a balance of power; should I jump
From the prisoners tower
Sometimes I wish that I could lay me down
And hope for no tomorrow
But you'll never see me surrender my blade
Refusing death's call, I will conquer my fate
For I shall not yield
Gods of life!
I meet your challenge
I shall rise from every blow you strike at me
I shall break every spell you throw at me
You will not push me that last bit of way
Over the Egde
Even if I'm only holding on by sheer spite itself
You may have woven this one's lifetread
Of a fowl and poisened string
But it shall not break
That final victory shall be denied thee...forever!
When even my imaginary friends
Turn their backs on me again
And leave me bleeding on the ground
I can no longer welcome each new day
But on this battlefield I'll stay
'Cause you will never bring doen
And when in time to the ground I'm bent
From carrying life's stone; my strength all spent
I shall drag myself forth by the tip of my nails
To spit on your feet with a last scornful hail
It's a balance of power; should I jump
From the prisoners tower
Sometimes I wish that I could lay me down
And hope for no tomorrow
But you'll never see me surrender my blade
Refusing death's call, I will conquer my fate
For I shall not yield
Eu Não Vou Ceder
Eu gostaria desde o começo desse jogo
Ter sabido que era em vão
Que tudo estava fadado ao fracasso
Por muito tempo vivi na inocência infantil
Enquanto os mestres da farsa
Testavam minha vontade de vencer
Não posso confiar em ninguém, eu sei
Para mim, meu vizinho é meu inimigo
Há veneno nos doces que você encontra
Explorando fraquezas com mentiras de livre comércio
A única coisa que você não pode comprar
É felicidade e paz de espírito
É um equilíbrio de poder; devo pular
Da torre dos prisioneiros
Às vezes eu gostaria de poder me deitar
E esperar por nenhum amanhã
Mas você nunca me verá entregar minha lâmina
Recusando o chamado da morte, eu conquistarei meu destino
Pois eu não vou ceder
E eu não posso nem vender minha alma
É um fôlego, rasgado e abusado
Ainda assim, a alegria da minha vida pode ter um bom preço
Já que é apenas "ligeiramente usada"
É um equilíbrio de poder; devo pular
Da torre dos prisioneiros
Às vezes eu gostaria de poder me deitar
E esperar por nenhum amanhã
Mas você nunca me verá entregar minha lâmina
Recusando o chamado da morte, eu conquistarei meu destino
Pois eu não vou ceder
Deuses da vida!
Eu aceito seu desafio
Eu me levantarei de cada golpe que você me der
Eu quebrarei cada feitiço que você lançar em mim
Você não me empurrará aquele último pedaço
Sobre a borda
Mesmo que eu esteja apenas segurando por pura raiva
Você pode ter tecido o fio da vida deste aqui
Com um cordão podre e envenenado
Mas ele não vai quebrar
Essa vitória final será negada a você... para sempre!
Quando até meus amigos imaginários
Virarem as costas para mim novamente
E me deixarem sangrando no chão
Eu não posso mais dar boas-vindas a cada novo dia
Mas neste campo de batalha eu ficarei
Porque você nunca me derrubará
E quando, com o tempo, eu estiver curvado ao chão
De carregar a pedra da vida; minha força toda gasta
Eu arrastarei a mim mesmo pela ponta das unhas
Para cuspir em seus pés com um último desprezo
É um equilíbrio de poder; devo pular
Da torre dos prisioneiros
Às vezes eu gostaria de poder me deitar
E esperar por nenhum amanhã
Mas você nunca me verá entregar minha lâmina
Recusando o chamado da morte, eu conquistarei meu destino
Pois eu não vou ceder