Černé Slzy
Tisíc roků v temnotách jsme odsouzeni žít
Zlomená jsou naše křídla, nevzlétneme víc
Nad tím vším se vznáší anděl milosrdný nám
Svými křídly víří prach, v kterém vše zaniká
V nocích povstal nosferatu se svým údělem.
Svou tvář zpatril v zrcadlech, rozbil je kamenem.
Vítej v dobách utopie, gotiky a snů
Přežijem či zahynem až v konci našich dnů...?
Náš je úděl temných stínů,
V noci bloudit po hvězdách.
Všichni přijdou až se setmí,
Černé slzy na řasách.
Pod závojem absolutna drímá nový věk
Hříšná města, časy her a náruč nevěstek.
Žádné touhy po poznání, žádný nový zvrat
Ikarův pád pro člověka, antihipokrat
Náš je úděl temných stínů,
V noci bloudit po hvězdách.
Všichni přijdou až se setmí,
Černé slzy na řasách.
Pod závojem absolutna drímá nový věk
Hříšná města, časy her a náruč nevěstek.
Vítej v dobáxh utopie, gotiky a snů
Přežijem či zahynem až v konci našich dnů...?
Lágrimas Negras
Mil anos na escuridão estamos condenados a viver
Nossas asas estão quebradas, não vamos mais voar
Acima de tudo isso paira um anjo misericordioso pra nós
Com suas asas espalha a poeira, onde tudo se apaga
Nas noites ressurgiu o nosferatu com seu destino.
Seu rosto viu nos espelhos, quebrou-os com uma pedra.
Bem-vindo aos tempos de utopia, gótica e sonhos
Sobrevivemos ou perecemos até o fim dos nossos dias...?
Nosso é o destino das sombras escuras,
Perambular à noite pelas estrelas.
Todos virão quando escurecer,
Lágrimas negras nos relógios.
Sob o véu do absoluto dorme uma nova era
Cidades decadentes, tempos de jogos e abraços de descrentes.
Sem desejos por conhecimento, sem nova reviravolta
A queda de Ícaro para o homem, antihipócrita
Nosso é o destino das sombras escuras,
Perambular à noite pelas estrelas.
Todos virão quando escurecer,
Lágrimas negras nos relógios.
Sob o véu do absoluto dorme uma nova era
Cidades decadentes, tempos de jogos e abraços de descrentes.
Bem-vindo aos tempos de utopia, gótica e sonhos
Sobrevivemos ou perecemos até o fim dos nossos dias...?