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Maldição da Casa de Girassóis

XIII Století

Prokletí Domu Slunečnic

Stoupá dým z černých komínů
Krematorií našich padlých snů.
Teď už vím, že je všechno pryč,
Stojím sám v poli slunečnic.

Vítr přinesl výkřík černých vran,
Ještě naposled vám snad zamávám.
Vystaven božím prokletím
Tunelem světla proletím.

Příteli dobrý, jak mi chybíš, tak
Tak jak bůh při mých modlitbách.
Ach, moje lásko, jak mi chybíš, tak
Jak víra má při mých motlitbách.

Prázdný dům, už ho poznávám,
S podzimem jsou tu hejna vran.
V popelu času nezůstane nic,
Jen prokletí domu slunečnic.

Stoupá dým z černých komínů
Krematorií našich padlých snů.
Co jsem znal je už všechno pryč,
Prázdný dům v poli slunečnic.

Stoupá dým z černých komínů
Krematorií našich padlých snů.
Vystaven božím prokletím
Tunelem světla proletím.

Maldição da Casa de Girassóis

Sobe a fumaça das chaminés negras
Crematórios dos nossos sonhos perdidos.
Já sei que tudo se foi,
Estou sozinho no campo de girassóis.

O vento trouxe o grito das corvos negros,
Talvez pela última vez eu acene pra vocês.
Exposto à maldição divina
Pelo túnel da luz eu vou voar.

Amigo querido, como eu sinto sua falta, assim
Como Deus nas minhas orações.
Ah, meu amor, como eu sinto sua falta, assim
Como minha fé nas minhas preces.

Casa vazia, já a reconheço,
Com o outono vêm os bandos de corvos.
Na cinza do tempo não vai sobrar nada,
Apenas a maldição da casa de girassóis.

Sobe a fumaça das chaminés negras
Crematórios dos nossos sonhos perdidos.
O que eu conhecia já se foi,
Casa vazia no campo de girassóis.

Sobe a fumaça das chaminés negras
Crematórios dos nossos sonhos perdidos.
Exposto à maldição divina
Pelo túnel da luz eu vou voar.

Composição: