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Mistr a Markétka
XIII Století
Mistr a Markétka
Mistr:
Jsem princem noci, anděl temné hvězdy,
Dávám náruče ztracených snů.
Slyším tvé volání, černá ikono ráje,
Jsi v mém srdci bodnutý nůž.
Markétka:
Slyším nářek tvůj, dávno vím to vím,
Že je měsíc tvůj bílý král.
Srdce krvácí, ruku podej mi,
Půjdem hledat svůj svatý grál.
Mistr:
Dám ti lásky svého těla temné voodoo,
V noci se staneš černou madonou.
Kradu tvé tělo, zradím tvou duši,
Uprostřed pouště pak zanechám tě opuštěnou.
Markétka:
Dávno vím to vím, slyším volání,
Celá hořím v obětí tvém.
Vím, že s tebou dál život nekončí,
V chrámu lásky, tajemných her.
Oba:
Poznej můj ú;děl, má ú;sta tu máš,
Dej mi svou víru, chrám lásky je náš.
Poznej můj ú;děl, má ú;sta tu máš,
Dej mi svou víru, [: chrám lásky :] je náš.
Mistr:
A ty dál se ptáš, kdo mi sílu dává,
Jsou to stíny mých dávných vojsk.
Nikdo netuší, co se odehrává,
V hluboké noci v ú;krytu hor.
Markétka:
Dávno vím to vím, slyším volání,
Celá hořím v obětí tvém.
Vím, že s tebou dál život nekončí,
V chrámu lásky, tajemných her.
Mistr:
Vidíš mé tělo, vidíš má ú;sta
A mojí sílu ale nikdy nikdo nezměří.
Vidíš mé tělo, vidíš má ú;sta,
Já jsem ta existence, v kterou nikdo nevěří.
Oba:
Poznej můj ú;děl, má ú;sta tu máš,
Dej mi svou víru, chrám lásky je náš.
Poznej můj ú;děl, má ú;sta tu máš,
Dej mi svou víru, [:chrám lásky:] je náš.
Poznej můj ú;děl, má ú;sta tu máš,
Dej mi svou víru, chrám lásky je náš.
Poznej můj ú;děl, má ú;sta tu máš,
Dej mi svou víru, chrám lásky je náš.
Poznej můj ú;děl, má ú;sta tu máš,
Dej mi svou víru, chrám lásky je náš.
Poznej můj ú;děl, má ú;sta tu máš,
Dej mi svou víru, [:chrám lásky:] je náš.
Mestre e Markétka
Mestre:
Sou o príncipe da noite, anjo da estrela sombria,
Dou abraços de sonhos perdidos.
Ouço seu chamado, ícone negro do paraíso,
Você está em meu coração, cravada como uma faca.
Markétka:
Ouço seu sussurro, já sei disso há tempos,
Que a lua é seu rei branco.
Meu coração sangra, me estenda a mão,
Vamos buscar nosso santo graal.
Mestre:
Te darei o amor do meu corpo, um voodoo sombrio,\À noite você se tornará a madona negra.
Roubo seu corpo, traio sua alma,
No meio do deserto, deixarei você sozinha.
Markétka:
Já sei disso há tempos, ouço o chamado,
Estou toda em chamas na sua armadilha.
Sei que com você a vida não acaba,
No templo do amor, em jogos misteriosos.
Ambos:
Reconheça meu destino, minha boca é sua,
Dê-me sua fé, o templo do amor é nosso.
Reconheça meu destino, minha boca é sua,
Dê-me sua fé, [: templo do amor :] é nosso.
Mestre:
E você ainda pergunta, quem me dá força,
São as sombras dos meus antigos exércitos.
Ninguém sabe o que está acontecendo,
Na profunda noite, no esconderijo das montanhas.
Markétka:
Já sei disso há tempos, ouço o chamado,
Estou toda em chamas na sua armadilha.
Sei que com você a vida não acaba,
No templo do amor, em jogos misteriosos.
Mestre:
Você vê meu corpo, vê minha boca
E meu poder, mas nunca ninguém medirá.
Você vê meu corpo, vê minha boca,
Eu sou a existência em que ninguém acredita.
Ambos:
Reconheça meu destino, minha boca é sua,
Dê-me sua fé, o templo do amor é nosso.
Reconheça meu destino, minha boca é sua,
Dê-me sua fé, [: templo do amor :] é nosso.
Reconheça meu destino, minha boca é sua,
Dê-me sua fé, o templo do amor é nosso.
Reconheça meu destino, minha boca é sua,
Dê-me sua fé, o templo do amor é nosso.
Reconheça meu destino, minha boca é sua,
Dê-me sua fé, o templo do amor é nosso.
Reconheça meu destino, minha boca é sua,
Dê-me sua fé, [: templo do amor :] é nosso.



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