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O Avesso do Couro

Xirú Antunes

Letra

    A mão de quem vira o couro reflete no que já fez
    Olhos claros ficam turvos não há mais o que fazer
    Pressente a tropa assustada pintando um triste retrato
    Palanque é testemunha mesclando sangue com pasto

    Logo o desenho de um mapa cheio de rubros e brancos
    Abertos em pontas de lança pra o vento orear com seu canto

    (A fronteira morte e vida limitada de carnal
    Contraponteia o sentido legado de um ritual
    Contraponteia o sentido legado de um ritual)
    Int.
    De certos os tantos pedaços povoarão o varal
    Nos catres junto ao braseiro dormirão com água e sal
    Por certo a ausência de um boi neste municio comum
    Explique a pampa tão fértil primavereando mais um

    Não há mais o que fazer quando o avesso do couro
    É um mapa colorado na sombra de um cinamomo
    ( ) Int.

    Composição: Fernando Mendes / Xiru Antunes. Essa informação está errada? Nos avise.

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