exibições de letras 47

Gaiteiro, Galpão e China

Xirú Missioneiro

Letra

    Quando escuto um gaiteiro de rancho
    Retechando a vanera chorona
    Vejo a pampa, gaitero e cordeona
    Repontando as mais puras essências
    E ajorjadado nas reminiscência
    Dou de rédeas nas minhas lembrança
    E recordo as mais lindas festança
    Que cantei nos galpões da querência

    É por isto que eu canto e recanto
    Esta pampa que me viu nascer
    Quem nasce gaúcho morre gaúcho
    E é gaúcho que eu quero morrer

    Prendas lindas com toques de fita
    Sobre as tranças dos lindos cabelos
    Que sonhei muitas vezes em tê-lo
    Nas mais doces carícias dos dedo
    Primeriando nas danças usa o dedo
    Que no trago não ganha a chinoca

    Prenda linda que um índio provoca
    Trazendo no olhar os mais lindos segredos

    É por isto que eu canto e recanto
    Esta pampa que me viu nascer
    Quem nasce gaúcho morre gaúcho
    E é gaúcho que eu quero morrer

    Neste rude ritual galponeiro
    Chão batido de barro e capim
    São lembranças que guardo pra mim
    Nos pessuelos da minha existência
    Resaltando no verso a essência
    Dos fandangos, namoros e trago
    Dos costumes gaúchos do pago
    Tradição dos baguais da querência

    É por isto que eu canto e recanto
    Esta pampa que me viu nascer
    Quem nasce gaúcho morre gaúcho
    E é gaúcho que eu quero morrer


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