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RIMA O BALA (part. L-Gante)

XXL IRIONE

RIMA O BALA (part. L-Gante)

Hicimos tanta fortuna que las guachas no me paran de llamar
Aunque hay un par que eso les da igual
Me adapte a un estilo de vida que ahora no puedo bajar
Aunque solo por ser de barrio varios nos desean el mal

No te olvides de colegas que se hacen los amigos
De los sogas, de la industria que son nuestros enemigos
Los que dicen que de viejo ya no podemos rapear
Para que a los pibes más jóvenes no podamos aconsejar

Me la chupan los políticos, los coimeros y la policía
Los envidiosos, los estafadores y la hipocresía
Los verseros y las cariñosas por una bebida
Y un par de zorzales más que ahora ya no le doy cabida

Por ejemplo, los giles que dicen que te vendiste por la puta fama
No bancan ni un día, lo come la envidia
Los caga una arpía, son todos cobanis rodeados pero de falsas compañías!

Yo me atrevo a cumplir cada promesa que salga de mi boca
Acá somos la nota, barra brava como la hinchada de Boca
Viviendo cada día lo que me toca, dale play a la pista la dejo rota!

No conservan amistades porque siempre quiebran códigos
Se pisan la cabeza por un lugar en el podio
Ya comprendo por que ustedes me tienen tremendo odio
¡Porque soy independiente y les destruyo el monopolio!

L-Gante no le demos estribillo, mejor los ponemos pillos
La verdad nunca maquillo, traguen ese bocadillo
De este genero Caudillo, hace años que ya soy millo
Aunque intenten esconderme nunca apagaran mi brillo!

No hablen de ser pioneros si presente esta el Irione
No se hagan los pistoleros si en la calle se los comen
Dejen de frontiar dinero y mejor hagan donaciones
Para el que me odia y me quiere le mando las bendiciones

RIMA O BALA (part. L-Gante)

Fizemos tanta grana que as mina não param de me chamar
Embora tenha umas que isso não faz diferença
Me adaptei a um estilo de vida que agora não consigo largar
Só por ser de quebrada, vários nos desejam o mal

Não esqueça dos colegas que se fazem de amigos
Dos vagabundos, da indústria que são nossos inimigos
Os que dizem que de velho já não podemos rimar
Pra que os moleques mais jovens não possamos aconselhar

Tô nem aí pros políticos, pros corruptos e a polícia
Pros invejosos, pros golpistas e a hipocrisia
Pros faladores e as carinhosas por uma bebida
E uns zé ruela a mais que agora já não dou espaço

Por exemplo, os otários que dizem que você se vendeu pela fama
Não aguentam nem um dia, a inveja os consome
Uma arpía os fode, são todos covardes cercados de falsas companhias!

Eu me atrevo a cumprir cada promessa que sai da minha boca
Aqui somos a nota, barra brava como a torcida do Boca
Vivendo cada dia o que me cabe, dá play na pista, deixo ela estourada!

Não mantêm amizades porque sempre quebram códigos
Se pisam na cabeça por um lugar no pódio
Já entendi porque vocês me têm tanto ódio
Porque sou independente e destruo o monopólio!

L-Gante, não vamos dar refrão, melhor deixá-los espertos
A verdade nunca disfarço, engolem esse petisco
Desse gênero sou Caudilho, há anos que já sou rico
Embora tentem me esconder, nunca apagarão meu brilho!

Não falem de ser pioneiros se tá presente o Irione
Não se façam de pistoleiros se na rua são devorados
Deixem de ostentar dinheiro e melhor façam doações
Pro que me odeia e me ama, mando as bênçãos!