De Estas Tierras Tu Fuieste El Señor
En los primeros y lejanos tiempos
De estas tierras tu fuiste el señor
Y sin temor sembraste tus sueños
Agradeciendo el nuevo dia al sol.
Y se imponia tu robusta fugura
Aletargando el rojizo poniente
Y la llanura despertaba tu mente
Paciente y fel a la luz de la luna.
Que recordaba las sabias memorias
Que hoy te galopan en el pecho valiente
Es himno que mantiene tu sangre caliente
Es verbo que relata tu historia
La misma historia de tu pueblo y de tu gente
El mismo canto que cantas ahora.
Vida que nace de nuestra sangre
Sangre que brota de nuestros ojos
Ojos que miran al cielo
Cielo liquido que se derrama desde mi pueblo
Pueblo que engendra vida.
La inmensa paz pronto se termino
Con la llegada de los conolizadores
Con sus ideas de nuevas religiones
Nuevas armas y nuevas condiciones.
Y conociste el dolor sin sacrificio
Y el desperdicio de tu sangre derramada
La pudricion de tu tierra bien amada
Y al nuevo hijo mal parido
De una extraña madre patria.
Vida que nace de nuestra sangre
Sangre que brota de nuestros ojos
Ojos que miran al cielo
Cielo liquido que
Se derrama desde mi pueblo
Pueblo que engendra muerte.
Dessas Terras Você Foi o Senhor
Nos primeiros e distantes tempos
Dessas terras você foi o senhor
E sem medo plantou seus sonhos
Agradecendo ao sol pelo novo dia.
E se impunha sua robusta figura
Adormecendo o avermelhado poente
E a planície despertava sua mente
Paciente e fiel à luz da lua.
Que lembrava as sábias memórias
Que hoje te galopam no peito valente
É hino que mantém seu sangue quente
É verbo que conta sua história
A mesma história do seu povo e da sua gente
O mesmo canto que você canta agora.
Vida que nasce da nossa sangue
Sangue que brota dos nossos olhos
Olhos que olham para o céu
Céu líquido que se derrama do meu povo
Povo que gera vida.
A imensa paz logo se acabou
Com a chegada dos colonizadores
Com suas ideias de novas religiões
Novas armas e novas condições.
E você conheceu a dor sem sacrifício
E o desperdício do seu sangue derramado
A podridão da sua terra tão amada
E ao novo filho mal parido
De uma estranha mãe pátria.
Vida que nasce da nossa sangue
Sangue que brota dos nossos olhos
Olhos que olham para o céu
Céu líquido que
Se derrama do meu povo
Povo que gera morte.