395px

Morte em Muş

Yýldýz Tilbe

Burasý Muþtur

Havada bulut yok bu ne dumandýr
Mahlede ölüm yok bu ne figandýr
Þu Yemen elleri ne de yamandýr

Ah o Yemen'dir, gülü çemendir
Giden gelmiyor, acep nedendir
Burasý Muþ'tur, yolu yokuþtur
Giden gelmiyor / dönmüyor, acep ne iþtir

Kýþla'nýn önünde redif sesi var
Açýn çantasýnda bakýn nesi var
Bir çift kunduruyla bir de fesi var

Dön gel aðam dön gel dayanamirem
Uyku gaflet bastý uyanamirem
Aðam öldüðüne inanamirem

Morte em Muş

No céu não tem nuvem, que tempestade é essa?
Na quebrada não tem morte, que gritaria é essa?
Essas terras do Iémen, como são danadas.

Ah, é o Iémen, a flor é um capim.
Quem vai não volta, por que será que é assim?
Aqui é Muş, a estrada é uma ladeira.
Quem vai não volta / não retorna, que história é essa?

Na frente do inverno tem som de redif.
Abre a mochila e vê o que tem ali.
Um par de sapatos e um chapéu só pra mim.

Volta, cara, volta, não aguento mais.
O sono me pegou, não consigo acordar.
O cara morreu, não consigo acreditar.

Composição: