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Acaricie-me

Yolandita Monge

Acariciame

Que extrano el hombre que yo tuve
A veces rudo, a veces dulce
Y me enrede en su lodo pues me enamore
Era pasion, era locura, a veces lleno de cordura
Yo confundida amando, a ese amargo ser
Que extrano el hombre que yo tuve
No me di cuenta, ni lo supe
Pues yo pensaba que era serio
Y era un payaso sin remedio
Mas tarde me di cuenta, se despojo de su careta
Y hoy me revisto de recuerdos
Ya ese pasado no es presente
Y pienso en los primeros tiempos, cuando era inocente
Y me tomaba entre sus brazos
Me hacia suya paso a paso
Yo lo adoraba tanto tanto
Siempre me hablaba susurrando y me decia siempre siempre...
Acariciame, acariciame
Y asi ciega de amor con gusto lo hacia
Acariciame, acariciame
Que extrano el hombre que yo tuve
hoy ya no tengo quien torture
A este enfermo amor que sufre por volverlo a ver
Tengo un ataque de locura
Hoy lo amo mas, no cabe duda
Ya no me queda compostura
Ya no puedo aguantarme
Y saldre a buscar entre la gente y por las calles
esta seca y vacia desespera
Quiero verte nuevamente y escuchar de nuevo que me dices...
Acaricame, acariciame
Y asi ciega de amor yo me entregaria
Acariciame, acariciame

Acaricie-me

Que estranho o homem que eu tive
Às vezes rude, às vezes doce
E me enredei no seu lodo pois me apaixonei
Era paixão, era loucura, às vezes cheio de sanidade
Eu confusa amando, aquele ser amargo
Que estranho o homem que eu tive
Não percebi, nem soube
Pois eu pensava que era sério
E era um palhaço sem remédio
Mais tarde percebi, se despediu da sua máscara
E hoje me revisto de lembranças
Já esse passado não é presente
E penso nos primeiros tempos, quando era inocente
E me segurava em seus braços
Me fazia sua aos poucos
Eu o adorava tanto, tanto
Sempre me falava sussurrando e me dizia sempre, sempre...
Acaricie-me, acaricie-me
E assim cega de amor com gosto eu fazia
Acaricie-me, acaricie-me
Que estranho o homem que eu tive
Hoje já não tenho quem torture
Esse amor doente que sofre por vê-lo de novo
Estou tendo um ataque de loucura
Hoje o amo mais, não há dúvida
Já não me resta compostura
Já não consigo me segurar
E sairei a procurar entre as pessoas e pelas ruas
Essa seca e vazia desespero
Quero te ver novamente e ouvir de novo o que me dizes...
Acaricie-me, acaricie-me
E assim cega de amor eu me entregaria
Acaricie-me, acaricie-me