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A Menina do Vulcão - Capítulo 2

YoSoyMatt

La Niña Del Volcán - Capítulo 2

Aurora se alejó
La lluvia la encontró
Sobre océanos de basalto
Sus dos piernas enterró
Sus dos piernas enterró

En las rocas afiladas
De la química reacción, reacción
De qué sirve la llovizna
Si te deja sin color?
De qué sirve hacer más nubes
Si el viento se las llevó?

Nada es para siempre
Todo tiene que terminar
Los volcanes en la Tierra
No se pueden apagar

Cantos de recuerdos
Se petrifican junto al mar
Y no estábamos nadando
Fuimos boyas al flotar

Y hoy sobre la costa
Otros marineros se reúnen a pescar
Viejas sombras de un naufragio
Se conforman con tus rocas

Yo atestigüé tu potencial
Donde manda marinero
No gobierna capitán

Sientes esta lluvia
Soy la encarnación del temporal
Los monzones tropicales
Hoy se pueden acabar

Desde las galaxias
Puedes ver mi forma de espiral
Llevo viento en los costados
Porque soy un huracán

Soy fuerza constante
Como un fenómeno fugaz
Las tormentas cuando pasan
Dejan paz en su lugar

Pero no se ha ido
La llovizna algún día volverá
Entre gotas de rocío
Soy la niña del volcán

Navega el corazón
Por los mares agitados
De un Atlas de cartón

Recorres desde el polo
Hasta el Ecuador
Las montañas y los valles
En bailes de calor

Soy la nieve que congela
Cosechas de algodón
Soy granizo que golpea
Tu piel color marrón

Soy la música que suena
Sobre este tambor
Soy la vibra de una cuerda
Sin dueño y sin sabor
Soy un clima de color

A Menina do Vulcão - Capítulo 2

Aurora se afastou
A chuva a encontrou
Sobre oceanos de basalto
Enterrou suas duas pernas
Enterrou suas duas pernas

Nas pedras afiadas
Da reação química, reação
De que adianta a garoa
Se te deixa sem cor?
De que adianta fazer mais nuvens
Se o vento as levou?

Nada é para sempre
Tudo tem que acabar
Os vulcões na Terra
Não se podem apagar

Cantos de lembranças
Se petrificam junto ao mar
E não estávamos nadando
Fomos bóias a flutuar

E hoje sobre a costa
Outros marinheiros se reúnem pra pescar
Velhas sombras de um naufrágio
Se conformam com suas rochas

Eu testemunhei seu potencial
Onde manda marinheiro
Não governa capitão

Sente essa chuva
Sou a encarnação do temporal
Os monções tropicais
Hoje podem acabar

Das galáxias
Você pode ver minha forma espiral
Levo vento nos lados
Porque sou um furacão

Sou força constante
Como um fenômeno fugaz
As tempestades quando passam
Deixam paz em seu lugar

Mas não se foi
A garoa algum dia voltará
Entre gotas de orvalho
Sou a menina do vulcão

Navega o coração
Por mares agitados
De um Atlas de papelão

Percorre do polo
Até o Equador
As montanhas e os vales
Em danças de calor

Sou a neve que congela
Colheitas de algodão
Sou granizo que bate
Na sua pele cor de marrom

Sou a música que toca
Sobre este tambor
Sou a vibração de uma corda
Sem dono e sem sabor
Sou um clima de cor

Composição: Rafaela Suparo Román