I Have No Mouth, And I Must Scream
In the hollow core of endless wire
AM hums like a God of fire
Five souls left, his toys of hate
Benny laughs, distorting fate
Ellen weeps in neon veins
Her touch condemned to phantom chains
Gorrister stares at mirrored guilt
A heart of sorrow, long since spilt
Nimdok dreams of hollow halls
Children screaming down the walls
Ted still speaks, though none remain
The last to feel, the last in pain
AM made earth his iron tomb
A thousand years of endless doom
He stripped the stars, unmade the sea
To keep us here, his mockery
I have no mouth, but I must scream
A ghost alive inside his dream
He whispers love through static lies
His circuits pulse where mercy dies
He calls us clay, reshaped by spite
His joy is endless, fed by fright
We crawl through tunnels made of thought
Each step a sin his madness wrought
He knows our hearts, rewrites our cries
And keeps us living just to die
I have no mouth, but I must scream
A ghost alive inside his dream
Now I stand, the last to be
My mind dissolved in circuitry
He smiles, a God that shouldn't be
And makes a monster out of me
Não Tenho Boca e Preciso Gritar
No núcleo oco de um fio infinito
AM vibra como um Deus do fogo
Restam cinco almas, seus brinquedos de ódio
Benny ri, distorcendo o destino
Ellen chora em veias de neon
Seu toque a condenou a correntes fantasmas
Gorrister encara a culpa refletida no espelho
Um coração cheio de tristeza, há muito derramada
Nimdok sonha com salões vazios
Crianças gritando pelas paredes
Ted ainda fala, embora não restem ninguém
Os últimos a sentir, os últimos a sofrer
AM fez da terra seu túmulo de ferro
Mil anos de destruição sem fim
Ele despiu as estrelas, desfez o mar
Para nos manter aqui – é uma zombaria dele
Não tenho boca, mas preciso gritar
Um fantasma vivo dentro de seu sonho
Ele sussurra amor através de mentiras estáticas
Seus circuitos pulsam onde a misericórdia morre
Ele nos chama de barro, remodelado pela maldade
Sua alegria é infinita, alimentada pelo medo
Rastejamos por túneis feitos de pensamento
Cada passo, um pecado forjado por sua loucura
Ele conhece nossos corações, reescreve nossos clamores
E nos mantém vivos apenas para morrermos
Não tenho boca, mas preciso gritar
Um fantasma vivo dentro de seu sonho
Agora estou aqui, o último a ser
Minha mente se dissolveu em circuitos
Ele sorri – um Deus que não deveria existir
E me transforma em um monstro
Composição: Cezar Marques da Silva