Saigo no Bansan
KYANDORU wa tsukiakari shokudai ni NAIFU
nikushimi wo musabotta kanashimi no DORESU
seijaku wo yusabutta zetsubou no WAIN
ooi naru toki no hate hibiwareta GURASU
donna OPERA mo utaezu ni kon'ya butai wa owaru darou
donna gaka sae egakezu ni kon'ya sekai wa owaru darou
ai wo katatte hito wa itsuwari wo
nagashitsuzukeru ue ni mo kizukazu ni
TEEBURU ni narande 'ru zankoku na kajitsu
seihai ni michite iru renbin no namida
arasoi ni chinurareta utsukushii ezara
doukoku ni shibarareta karisome no jiyuu
donna shirabe mo kanadezu ni
kitto rekishi wa taeru darou
donna serifu mo kikoezu ni
kitto maku sae tojiru darou
nani wo yume mite hito wa yokubou wo
koyashitsuzukeru asa nado konai no ni
KYANDORU wa tsukiakari shokudai ni NAIFU
nikushimi wo musabotta kanashimi no DORESU
seijaku wo yusabutta zetsubou no WAIN
ooi naru toki no hate hibiwareta GURASU
TEEBURU ni narande 'ru zankoku na kajitsu
seihai ni michite iru renbin no namida
arasoi ni chinurareta utsukushii ezara
doukoku ni shibarareta karisome no jiyuu
KYANDORU wa tsukiakari shokudai ni NAIFU
nikushimi wo musabotta kanashimi no DORESU
seijaku wo yusabutta zetsubou no WAIN
ooi naru toki no hate hibiwareta GURASU
TEEBURU ni narande 'ru zankoku na kajitsu
seihai ni michite iru renbin no namida
arasoi ni chinurareta utsukushii ezara
doukoku ni shibarareta karisome no jiyuu
Saindo no Banquete
KYANDORU é a faca na mesa iluminada pela lua
A roupa de tristeza que carrega o ódio
O vinho do desespero que balança o silêncio
Um copo quebrado no fim de um tempo barulhento
Qualquer ópera não será cantada, essa noite o palco vai acabar
Qualquer artista não conseguirá desenhar, essa noite o mundo vai acabar
A pessoa que fala de amor continua a derramar mentiras
Sem perceber que está se afundando ainda mais
As frutas cruéis estão alinhadas na mesa
As lágrimas da garrafa estão cheias de dominação
Um lindo prato manchado pela briga
A liberdade temporária amarrada ao lamento
Qualquer melodia não será tocada
Com certeza a história vai se acabar
Qualquer fala não será ouvida
Com certeza as cortinas vão se fechar
O que sonha a pessoa continua a alimentar desejos
Mesmo sem vir a manhã
KYANDORU é a faca na mesa iluminada pela lua
A roupa de tristeza que carrega o ódio
O vinho do desespero que balança o silêncio
Um copo quebrado no fim de um tempo barulhento
As frutas cruéis estão alinhadas na mesa
As lágrimas da garrafa estão cheias de dominação
Um lindo prato manchado pela briga
A liberdade temporária amarrada ao lamento
KYANDORU é a faca na mesa iluminada pela lua
A roupa de tristeza que carrega o ódio
O vinho do desespero que balança o silêncio
Um copo quebrado no fim de um tempo barulhento
As frutas cruéis estão alinhadas na mesa
As lágrimas da garrafa estão cheias de dominação
Um lindo prato manchado pela briga
A liberdade temporária amarrada ao lamento