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Jehan, o que chegou

Yvart Jacques

Jehan l'advenu

Puis il revint comme il était parti :
Bon pied, bon œil, personne d'averti.
Aux dents, toujours la vive marguerite,
Aux yeux, toujours la flamme qui crépite.

Mit sur ta lèvre, Aline, un long baiser
Mit sur la table un peu d'or étranger
Chanta, chanta deux chansons de marine
S'alla dormir dans la chambre enfantine.

Puis il revint comme il était parti :
Bon pied, bon œil, personne d'averti.
Aux dents, toujours la vive marguerite,
Aux yeux, toujours la flamme qui crépite.

Rêva tout haut d'écume et de cavale,
S'entortilla dans d'étranges rafales.
Puis au réveil, quand l'aube se devine,
Chanta, chanta deux chansons de marine.

Puis il revint comme il était parti :
Bon pied, bon œil, personne d'averti.
Aux dents, toujours la vive marguerite,
Aux yeux, toujours la flamme qui crépite.

Fit au pays son adieu saugrenu
Et s'en alla comme il était venu.
Fit au pays son adieu saugrenu
Et s'en alla comme il était venu

Jehan, o que chegou

Então ele voltou como tinha partido:
Com o pé bom, o olho bom, ninguém avisado.
Nos dentes, sempre a viva margarida,
Nos olhos, sempre a chama que estala.

Colocou em sua boca, Aline, um longo beijo
Colocou na mesa um pouco de ouro estrangeiro
Cantou, cantou duas canções do mar
Foi dormir no quarto infantil.

Então ele voltou como tinha partido:
Com o pé bom, o olho bom, ninguém avisado.
Nos dentes, sempre a viva margarida,
Nos olhos, sempre a chama que estala.

Sonhou alto com espuma e com cavalos,
Se enroscou em estranhas rajadas.
Então ao acordar, quando a aurora se adivinha,
Cantou, cantou duas canções do mar.

Então ele voltou como tinha partido:
Com o pé bom, o olho bom, ninguém avisado.
Nos dentes, sempre a viva margarida,
Nos olhos, sempre a chama que estala.

Deu ao país seu adeus esquisito
E foi embora como tinha chegado.
Deu ao país seu adeus esquisito
E foi embora como tinha chegado.

Composição: