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Não Me Queiras Tanto

Charlie Zaa

No Me Quieras Tanto

Yo tenía veinte años
Y él me doblaba la edad.
En mis sienes había noche
Y en las suyas madrugada.
Antes que yo lo pensara
Mi gusto estaba cumplido;
Nada me faltaba con él,
Me quería con locura,
Con todos sus cinco sentidos.
Yo me dejaba querer.
Amor me pedía, como un pordiosero,
Y yo le clavaba,
Sin ver que sufría,
Cuchillos de acero.

No me quieras tanto,
Ni llores por mí;
No vale la pena
Que por mi cariño
Te pongas así.
Yo no se quererte lo mismo que tú,
Ni pasar la vida pendiente y esclava
De esa esclavitud.
No te pongas triste,
Sécate ese llanto
Hay que estar alegre.
Mírame y aprende.
No me quieras tanto.

Con los años y la vida
Ha cambiado mi querer,
Y ahora busco de sus labios
Lo que entonces desprecié.
Cegadita de cariño
Yo le ruego que me ampare,
Que me tenga caridad;
Se lo pido de rodillas,
Por la Gloria de su madre
Y no me sirve de nada.
Como una mendiga estoy a su puerta
Y con mis palabras mi pena castiga
Dejándome muerta.

De todo lo del mundo sería capaz
Con tal que el cariño que tú me tuviste
Volviera a empezar.
Por lo que más quieras,
Sécame este llanto.
Maldigo la hora que yo a ti te dije:
¡No me quieras tanto!

PERFIDIA

Nadie comprende lo que sufro yo
Canto pues ya no puedo sollozar,
Solo temblando de ansiedad estoy
Todos me miran y se van.

Mujer,
Si puedes tú con Dios hablar,
Pregúntale si yo alguna vez
Te he dejado de adorar.

Y al mar,
Espejo de mi corazón,
Las veces que me ha visto llorar
La perfidia de tu amor...

Te he buscado dondequiera que yo voy,
Y no te puedo hallar,
Para qué quiero otros besos
Si tus labios no me quieren ya besar.

Y tú,
Quien sabe por dónde andarás
Quien sabe qué aventura tendrás
¡Qué lejos estás de mí...!

Te he buscado dondequiera que yo voy,
Y no te puedo hallar,
Para qué quiero otros besos
Si tus labios no me quieren ya besar.

¡De mí...!
¡De mí...!

Não Me Queiras Tanto

Eu tinha vinte anos
E ele era bem mais velho.
Nas minhas têmporas havia noite
E nas dele, madrugada.
Antes que eu pudesse pensar
Meu desejo já estava realizado;
Nada me faltava com ele,
Ele me amava com loucura,
Com todos os seus cinco sentidos.
Eu me deixava amar.
Amor me pedia, como um mendigo,
E eu cravava,
Sem ver que ele sofria,
Facadas de aço.

Não me queiras tanto,
Nem chores por mim;
Não vale a pena
Que por meu carinho
Você fique assim.
Eu não sei te amar como você,
Nem passar a vida presa e escrava
Dessa escravidão.
Não fique triste,
Seque esse choro
É preciso estar alegre.
Olhe pra mim e aprenda.
Não me queiras tanto.

Com os anos e a vida
Meu querer mudou,
E agora busco de seus lábios
O que antes desprezei.
Cega de amor
Eu imploro que me proteja,
Que tenha compaixão;
Peço de joelhos,
Pela Glória de sua mãe
E não adianta nada.
Como uma mendiga estou à sua porta
E com minhas palavras minha dor castiga
Deixando-me morta.

De tudo no mundo eu seria capaz
Contanto que o carinho que você me deu
Voltasse a começar.
Pelo que mais ama,
Seque esse choro.
Maldigo a hora em que eu te disse:
Não me queiras tanto!

PERFIDIA

Ninguém entende o que eu sofro
Canto pois já não posso soluçar,
Só tremendo de ansiedade estou
Todos me olham e vão embora.

Mulher,
Se você pode falar com Deus,
Pergunte a ele se eu alguma vez
Deixei de te adorar.

E ao mar,
Espelho do meu coração,
As vezes que me viu chorar
A perfídia do seu amor...

Eu te procurei onde quer que eu vá,
E não consigo te encontrar,
Pra que quero outros beijos
Se seus lábios não querem mais me beijar.

E você,
Quem sabe por onde andará
Quem sabe que aventura terá
Quão longe você está de mim...!

Eu te procurei onde quer que eu vá,
E não consigo te encontrar,
Pra que quero outros beijos
Se seus lábios não querem mais me beijar.

De mim...!
De mim...!

Composição: Rafael Hernández