Tradução gerada automaticamente
Verona City
Zampa
Cidade de Verona
Verona City
Dá uma volta com o Jap, te levo nos bairros mais trash, onde reina o estresse e o Marrakesh vende hash, onde cada blefe você paga na hora e o cheiro das crepes se mistura com o cimento; onde a galera é metida e cada fogo se acende, dá uma volta em ValVerde, tem quem venda a própria vida por nada e tem quem corre atrás e vende quilos de mercadoria na praça das ervas. Quem não desiste: hip hop e noites loucas; passeios pelas praças e depois todo mundo pra comer um krapfen, uma volta por cada bairro, cada porta com seu engarrafamento, e toda vez eu volto e toda vez eu renasço. E depois, à beira do lago, vamos levar as toalhas, uma partida de futebol com os gardesanos, lembro quando eu era um pequeno bro, aprendia um flow e sob um pórtico assistindo Flyzone.Fatti un giro con Jap, ti porto nei quartieri più trash, dove regna lo stress e il marrakesh spaccia hash, dove ogni bluff lo paghi al momento e l'odore delle crepes si fonde con il cemento; dove la gente è saccente ed ogni fuoco si accende, fatti un giro in ValVerde c'è chi svende la propria vita per niente e c'è chi sbriga faccende e vende chili di merce in piazza erbe. Chi non s'arrende: hip hop e notti pazze; giri tra le piazze e poi tutti a mangiare un krapfen, un giro per ogni borgo, ogni porta con il suo ingorgo, e ogni volta io ci ritorno e ogni volta risorgo. E poi sul lago portiamoci gli asciugamani, una partita di calcetto assieme ai gardesani, ricordo quand'ero un piccolo bro, imparavo un flow e sotto un portico a guardare Flyzone.
REFRÃO.RIT.
É a minha cidade, agora é pra sempre; V.e.r.o.n.a. vai pra minha galeraÈ la mia città, ora è per sempre; V.e.r.o.n.a. va alla mia gente
Te levo pra dar uma volta com o Zesh, cidade de Verona, eu e meus punks estamos aqui nas ruas, relax, pés no chão; histórias de um mc, passeios com os caras, veroneses todos crazy, ou seja, doidos. Teve um tempo em que meu bando era invencível, as tags do Shen nas paredes contam o impossível; e meu rio tá sempre aqui, sempre pronto pra trazer a paz pro lobo que rema contra. Sabe, nana, talvez seja verdade que é um pouco careta, mas eu sei que por baixo da casca a terra queima; sempre na metade entre a grande cidade e o interior, as praças, as igrejas, as mesmas caras tensas. E como eu odeio esses jornalistas idiotas, nunca nos viram e nos chamam de fascistas; V.e.r.o.n.a, Z.a.m.p.a. o som do bando pela cidade.Ti porto in giro con Zesh, Verona city uomo, io e i miei punk stiamo qua per le strade, chill piedi al suolo; storie di un mc, giri con i ragazzi, veronesi tutti crazy ovvero pazzi. C'e' stato un tempo in cui il mio branco era invincibile, le tag di Shen sui muri raccontano l'impossibile; ed il mio fiume e' sempre qua, sempre pronto a portare la pace in lupo che rema contro. Sai nana, forse è vero che è un po' bigotta, ma so che sotto la scorza la terra scotta; sempre a metà tra la grande città ed il paese, le piazze, le chiese, le solite facce tese. E quanto odio sti stupidi giornalisti, non ci hanno mai visti e chiamano noi fascisti; V.e.r.o.n.a, Z.a.m.p.a. il suono del branco per la città.
Amo minhas ruas, meus caras, suas atmosferas, seus prédios, quantas noites bebendo como doidos; corridas no meio dos becos entre brigas e gritaria, as mesmas tretas, vermelhos, fascistas, punks e nazis. Mas passa, esse é outro dia, um novo amanhecer, o sol nasce e me acompanha até o pôr do sol; é minha vida e flui suave à beira do Adige, com minha galera pelas ruas, noites mágicas.Amo le mie strade i miei ragazzi, le sue atmosfere i suoi palazzi, quante sere a bere come pazzi; corse in mezzo ai vicoli tra risse e schiamazzi, stessi scazzi, rossi, fasci, punk e nazi. Ma passi questo è un altro dì, un nuovo giorno, il sole sorge e mi accompagna al tramonto; è la mia vita e scorre blanda in riva all'Adige, con la mia banda tra le vie notti magiche.
Vinte e oito anos e ainda vivo na cidade onde cresci quando criança; pisando em bitucas sob os postes, cavando campeões, mesmos lugares, mesmos sons. Aqui embaixo, zoando com o Zampa fazendo chypha e a neblina no inverno que parece que estamos na Jamaica. Sabe a rua? O paralelepípedo da praça Bra e depois todo mundo sujo pra comer um super kebab!Ventotto anni e ancora vivo nella città dove sono cresciuto da bambino; a calpestare mozziconi sotto i lampioni a scavare campioni, stessi posti, stessi suoni. Giù in pazzeggio con Zampa a fare chypha e la nebbia d'inverno che sembra di essere in Jamaica. Sai la strada? Il porfido di piazza Bra e poi tutti dallo sporco a mangiare un super kebab!



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