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Memórias do Ontem

Zan Venganza

Memorias del Ayer

Momentos del día
Cuando el Sol se apagaba
En aquel triste atardecer
Mi alma lloraba

Se desvanecía tu dulce presencia
Vagando en el mundo
Perdido entre dolor
E indiferencia

En mi soledad, en las noches
Y mis sueños
Tu fuego florece y persiste
En el recuerdo

Al cruzar aquel puente
Se borraba tu rostro
Muriendo lo nuestro
En la fría oscuridad del otoño

El temor me abrazaba
Un dolor me consumía
Al saber que jamás
Te vería

Aunque no te veré jamás
En mi alma tu llama
Por siempre arderá

Y sigo aquí
Sin ti (sin ti)
Sin renunciar a tu ausencia
Sé que no te volveré a ver
Pero la llama
No deja de arder

Quedan solo, memorias del ayer

Y sigo aquí
Sin ti (sin ti)
Acompañado de soledad
Sin aceptar tu partida
Conservo tu dulce aroma
Buscando en mi corazón
Descanso eterno

Solo quedarán, memorias, del ayer

Tu ausencia abriga mi ser
Con melancolía
Saber que ya no serás
La luz que me guía

En el silencio perpetuo
Mi voz aún te llama
Como un eco dormido
Que nunca descansa

Te llevaste mis sueños
Anhelados
Pues a tu lado mi mundo
Era sagrado

Que los cielos sean tu reino
Y las estrellas guarden
Tu fuego
Mi voz será un juramento
En el vasto
Infinito del tiempo

No volverás
Pero tu huella en mi alma
Por siempre existirá

Y sigo aquí
Sin ti (sin ti)
Sin renunciar a tu ausencia
Sé que no te volveré a ver
Pero la llama
No deja de arder

Quedan solo, memorias del ayer

Y sigo aquí
Sin ti (sin ti)
Acompañado de soledad
Sin aceptar tu partida
Conservo tu dulce aroma
Buscando en mi corazón
Descanso eterno

Solo quedarán, memorias, del ayer

Y solo quedan
Las memorias del ayer
Las memorias del ayer

Condenado quedé
A tu ausencia
Cargando en mi alma
Tu esencia
Rodeado de sombras y soledad
Pero el fuego de tu amor
Jamás morirá

Descansa en la eternidad
Donde brillan las estrellas

Tu memoria el tiempo jamás
Olvidará

Memórias do Ontem

Momentos do dia
Quando o Sol se apagava
Naquela triste tarde
Minha alma chorava

Sua doce presença se esvaía
Vagando pelo mundo
Perdido entre a dor
E a indiferença

Na minha solidão, nas noites
E meus sonhos
Seu fogo floresce e persiste
Na lembrança

Ao cruzar aquela ponte
Seu rosto se apagava
Morrendo o que tínhamos
Na fria escuridão do outono

O medo me abraçava
Uma dor me consumia
Ao saber que nunca mais
Te veria

Embora eu nunca te verei
Na minha alma sua chama
Para sempre arderá

E sigo aqui
Sem você (sem você)
Sem renunciar à sua ausência
Sei que não te verei de novo
Mas a chama
Não para de arder

Ficam só, memórias do ontem

E sigo aqui
Sem você (sem você)
Acompanhado de solidão
Sem aceitar sua partida
Conservo seu doce aroma
Buscando em meu coração
Descanso eterno

Só ficarão, memórias, do ontem

Sua ausência abriga meu ser
Com melancolia
Saber que você não será mais
A luz que me guia

No silêncio perpétuo
Minha voz ainda te chama
Como um eco adormecido
Que nunca descansa

Você levou meus sonhos
Anelados
Pois ao seu lado meu mundo
Era sagrado

Que os céus sejam seu reino
E as estrelas guardem
Seu fogo
Minha voz será um juramento
No vasto
Infinito do tempo

Você não voltará
Mas sua marca na minha alma
Para sempre existirá

E sigo aqui
Sem você (sem você)
Sem renunciar à sua ausência
Sei que não te verei de novo
Mas a chama
Não para de arder

Ficam só, memórias do ontem

E sigo aqui
Sem você (sem você)
Acompanhado de solidão
Sem aceitar sua partida
Conservo seu doce aroma
Buscando em meu coração
Descanso eterno

Só ficarão, memórias, do ontem

E só ficam
As memórias do ontem
As memórias do ontem

Condenado fiquei
À sua ausência
Carregando em minha alma
Sua essência
Rodeado de sombras e solidão
Mas o fogo do seu amor
Jamais morrerá

Descanse na eternidade
Onde brilham as estrelas

Sua memória o tempo jamais
Esquecerá