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Um Rio no Tempo

Zebeto Corrêa

Letra

    Nas horas mortas do dia
    Levo a vida, sem pressa
    Conforme um rio no tempo
    Que navegando às avessas
    Seguisse da foz à fonte
    Lá onde tudo começa

    Partindo de algum futuro
    Ficcional e distante
    O tempo volta os ponteiros
    De seu relógio elegante
    Séculos se dissipando
    Milênios virando instantes
    O ciclo do plenilúnio
    Retrocedendo ao minguante

    Partindo do oceano
    Com destino às corredeiras
    Seguindo o curso dos peixes
    Galgando as cordilheiras
    Faço crescer as águas
    Que correm pelas ribeiras
    Buscando o último sono
    No colo da cabeceira

    O ancião que não fui
    Em busca da mocidade
    Contracorrente, reflui
    Ao âmago da eternidade
    Olha eu de novo solteiro
    Pleno de sonhos e planos
    Belo e feliz hospedeiro
    Na casa dos vinte anos

    Como um rio no tempo
    Funcionando às avessas
    Seguindo da foz à fonte
    Lá onde tudo começa
    Nas horas mortas do dia
    Levo a vida sem pressa

    Composição: Paulinho Andrade / Zebeto Corrêa. Essa informação está errada? Nos avise.

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