Torto
Zenaldo
Toda vez que eu desço torto
Mucho loco
A velha ladeira do torto
Meus olhos colorados
Buscam granjas pelos ares
Buscam franjas de luares
Pra esse rapaz estrangeiro
Pois nascido na estranja
Que não manja
Quantas asas
A ladeira pode dar
Na ladeira do torto
Minha asa é do norte
E a minha morte
Marca nosso encontro
Pra depois de amanhã
Para um dia bem pior
Toda vez que eu desço assombradinho
Com os oinhos vermeinhos
A velha ladeira do torto
Lembro que a vida é mais bela
Prum sujeito da estranja
Que sem franja new wave
Deixa o cabelo arrepiar
Que sem franja new wave
Deixa o pelo arrepiar



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