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Torre de Babel

Zenit

Torre de babel

Algunos con mi rap han vestido y comido un mes
O con lo que me quitaron se fueron de marchita
Mientras el suyo por la falta de estilo se marchita
Yo con el mío pongo este mundo del revés

Ves que en el suelo pongo pies y llevo tres
Genios con ingenio en escenarios para matar el estrés
O para callar los pestilentes
Devaneos y sectarios comentarios de los reos de internet
Que hablando festejan cuando ando
Dando paseos desde los aseos femeninos de tu fiesta
Hasta los camerinos para contoneos
Mientras en los masculinos vosotros poneos finos pues
¿Entiendes ahora por qué tu chica me trata como un marqués?
¿Entiendes ahora por qué después de que mi flow rozase sus ingles se flipase con mi rap y ahora le mole el francés?
Mi rap llegará allí donde tu estés
Y cruzará a través del vacío que a tu cabeza hará que hacia mi música tú sí camines
Y en este templo sobre el tempo reces feligrés

De papel es la Torre de Babel que me socorre
De rap el pincel
Que corre por debajo de mi piel para que el silencio borre
De papel es la Torre de Babel que me socorre
De rap el pincel
Que corre por debajo de mi piel para que el silencio borre

Zénit es el que recorre la escalera en la portada de este disco
Y en el anterior lo mismo
Sobrevivió a aquel cataclismo y escribió lo que vivió sobre el papel
Para que el abismo fuese un espejismo
Tímido como Demo y Gizmo soy
Si mido, cojo freno el ritmo y doy
Libido con el dedo, rimo y yo intimido
Jodo al memo que quiso joder a este b-boy
Hoy represento el movimiento
Cuyo centro es el respeto para quien lo respeta
No al señor que con su disco
La esencia y filosofía de lo que es el hip-hop deja en la cuneta
Sino al chaval que salta al ring
Resalta sin contemplación la ilusión en su maqueta
En fin, no al que malgasta tiempo y pasta
Sino al que lucha de corazón por una meta
Al que no tiene nada y con nada se conforma
Al que trabaja duro y así se mantiene en forma
Y, gracias a la humildad y a la constancia, se transforma
En un superviviente que al mundo con rap adorna

De papel es la Torre de Babel que me socorre
De rap el pincel
Que corre por debajo de mi piel para que el silencio borre
De papel es la Torre de Babel que me socorre
De rap el pincel
Que corre por debajo de mi piel para que el silencio borre

De papel es la Torre de Babel que me socorre
De rap el pincel
Que corre por debajo de mi piel para que el silencio borre
De papel es la Torre de Babel que me socorre
De rap el pincel
Que corre por debajo de mi piel para que el silencio borre

Escritores
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Torre de Babel

Alguns com meu rap se vestiram e comeram um mês
Ou com o que me tiraram foram embora murchos
Enquanto o deles, pela falta de estilo, se murcha
Eu com o meu coloco este mundo de cabeça pra baixo

Vê que no chão coloco os pés e já são três
Gênios com engenho em palcos pra matar o estresse
Ou pra calar os pestilentos
Devaneios e comentários sectários dos presos da internet
Que falando festejam quando ando
Dando rolês desde os banheiros femininos da sua festa
Até os camarins pra rebolados
Enquanto nos masculinos vocês se comportam finos pois
Entende agora por que sua mina me trata como um marquês?
Entende agora por que depois que meu flow roçou suas pernas ela pirou com meu rap e agora curte o francês?
Meu rap vai chegar onde você estiver
E cruzará pelo vazio que na sua cabeça fará você caminhar pra minha música
E neste templo sobre o tempo reze, fiel

De papel é a Torre de Babel que me socorre
De rap o pincel
Que corre por debaixo da minha pele pra que o silêncio apague
De papel é a Torre de Babel que me socorre
De rap o pincel
Que corre por debaixo da minha pele pra que o silêncio apague

Zênite é quem sobe a escada na capa deste disco
E no anterior a mesma coisa
Sobreviveu àquele cataclismo e escreveu o que viveu no papel
Pra que o abismo fosse um espejismo
Tímido como Demo e Gizmo sou
Se eu meço, freio o ritmo e dou
Libido com o dedo, rimo e intimido
Fodo o idiota que quis foder com esse b-boy
Hoje represento o movimento
Cujas raízes são o respeito pra quem respeita
Não pro cara que com seu disco
A essência e filosofia do que é hip-hop deixa na sarjeta
Mas sim pro moleque que pula no ringue
Destaca sem contemplação a ilusão na sua maquete
Enfim, não pro que desperdiça tempo e grana
Mas pro que luta de coração por uma meta
Pro que não tem nada e com nada se conforma
Pro que trabalha duro e assim se mantém em forma
E, graças à humildade e à constância, se transforma
Em um sobrevivente que ao mundo com rap adorna

De papel é a Torre de Babel que me socorre
De rap o pincel
Que corre por debaixo da minha pele pra que o silêncio apague
De papel é a Torre de Babel que me socorre
De rap o pincel
Que corre por debaixo da minha pele pra que o silêncio apague

De papel é a Torre de Babel que me socorre
De rap o pincel
Que corre por debaixo da minha pele pra que o silêncio apague
De papel é a Torre de Babel que me socorre
De rap o pincel
Que corre por debaixo da minha pele pra que o silêncio apague

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