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Alma e Calma

Zonah

Alma Y Calma

Hoy puede que te toque
o puede que no coloque este enfoque
que te choque o que te provoque un desboque tío
en mis bloques los Mc's rapean no hace karaoke ¿okey?
no soy un creido, ¿no veis que estoy metido hasta las trancas?
no soy un penco, una persona franca
soy te doy lo que me das ni mas ni menos
porque estoy sin blanca, sueno
a veces parezco macabro y no me abro a nadie
no se, no llega ese milagro
se que al final ese día no llegará
¿que mas me da?, yo hago mi rap nunca busco que me den ná
yo hago lo que quiero sobra el arte y el talento y no el dinero
y por contarte ni te cuento, soy sincero
tu te reprimes pero a mi no me oprimen
el día que a ti te timen me dices
hoy solo dime ¿a que juegas?, ¿vas a ciegas? ¿no llega algo?
a veces ya no se si valgo, salgo y cabalgo
me alejo, a ver si sueño
mis suelos son reflejos de pequeño
y mi empeño está perplejo en el espejo del baño
no me hago viejo pero si me siento extraño
aun no me quejo, dejo que pasen los años

[Estribillo]
¿Por que no me creen?
si sabes que no cantáis ni en la ducha
que tus temas me la sudan
tu las palabras para mi son mudas

y esa duda te desnuda a veces siento si
no se por que, yo no me invento nada
yo solo se de pasar la madrugada y mantener la fe
y es para nada busco ser no parecer

Mi nombre es Juanma, dime no se, no te conozco
soy del sur, ya definistes nuestro flow como algo tosco
una placa abrasiva oscura, deja coro obsoleto
puedo rapear sobre maracas y dejar tu culo inquieto
es fácil sacar discos siendo el dueño de tu sello
yo estrello bellos versos ahora estoy en ello inmerso
mis destellos parten de mi universo musical
mi esfuerzo el cual ejerzo es mas mental, elemental
no es casual, mas bien parece algo natal
lo tuyo fatal, por eso no suena tan mal, ¿será mi final?
decir esto pero me da igual fichar por la Universal
o rapear en las Casas De Cal, sonar digital
ya suenan hoy como vital y tal
como suena la gente puede ser mortal
yo creo lo que veo ¿que importa?
si el rapeo de cada cual
y deseo dejar mi empleo feo soy profesional en el jaleo
normal vivo en un pueblo rural y me cabreo
si se me acusa de una falta cultural
desde la capital de Andalucía, desde la vega del Guadalquivir
aquí en el sur es otro día, yeah

[Estribillo]
¿Por que no me creen?
si sabes que no cantáis ni en la ducha
que tus temas me la sudan
tu las palabras para mi son mudas
y esa duda te desnuda a veces siento si
no se por que, yo no me invento nada
yo solo se de pasar la madrugada y mantener la fe
y es para nada busco ser no parecer

No imaginas nada de lo que aquí se trajina
bombas químicas de angina cantarás menos que Nina
ya estoy harto de la peña que se empeña
siempre hay tontos como leñas y el papel que desempeñas
no me enseñan nada, no
paso de fracasos de hacer el payaso
no es mi caso ¿acaso el tuyo?, si, ya rompí los lazos
vi que lo que sube cae, sabes que es cierto
tu huerto está desierto
experto en llegar a puertos muertos
¿estoy despierto y todos duermen? o
¿sueño mas de lo normal?
solo soy un germen ¿hundirme? rendirme
¿vas a pedirme oírme?
a veces me doblo, estoy cansado de estar firme
llevo tiempo haciendo y viendo todo lo que hago
creciendo y sabiendo que si la cago lo pago
que los vagos quedan en amagos
porque hay que trabajar
para poder pasar los malos tragos

Yehhhh, shhhhh la Sucia Serpiente,
desde los cuatros a la esquina del gato
si aqui echando el rato cabrones
el Zonah Producciones, Juanma es Alma En Calma tio
si desde Coria Del Rio tio

Alma e Calma

Hoje pode ser que te toque
ou pode ser que não coloque esse enfoque
que te choque ou que te provoque um desboque, mano
nos meus blocos os MC's rimam, não é karaoke, beleza?
não sou um metido, não vê que tô na correria?
não sou um pinguço, sou uma pessoa sincera
te dou o que me dás, nem mais nem menos
porque tô sem grana, soando
às vezes pareço macabro e não me abro pra ninguém
não sei, não chega esse milagre
sei que no final esse dia não vai chegar
que mais me importa? eu faço meu rap, nunca busco que me deem nada
eu faço o que quero, sobra arte e talento, não grana
e pra te contar, nem te conto, sou sincero
tu te reprimes, mas a mim não me oprimem
no dia que te enganarem, me diz
hoje só me diz: a que jogas? vai às cegas? não chega nada?
às vezes já não sei se valho, saio e cavalo
me afasto, pra ver se sonho
meus pisos são reflexos de quando era pequeno
e meu empenho tá perplexo no espelho do banheiro
não fico velho, mas me sinto estranho
ainda não me queixo, deixo passar os anos

[Estribillo]
Por que não me acreditam?
se sabe que não cantam nem no chuveiro
que suas músicas me dão indiferença
tuas palavras pra mim são mudas

e essa dúvida te despida, às vezes sinto se
não sei por que, eu não invento nada
eu só sei de passar a madrugada e manter a fé
e é pra nada, busco ser, não parecer

Meu nome é Juanma, me diz, não sei, não te conheço
sou do sul, já definiste nosso flow como algo tosco
uma placa abrasiva escura, deixa coro obsoleto
posso rimar sobre maracas e deixar teu cu inquieto
é fácil lançar discos sendo dono do seu selo
eu estampo belos versos, agora tô imerso nisso
meus estalos vêm do meu universo musical
meu esforço, o qual exerço, é mais mental, elemental
não é casual, mais parece algo natal
o teu tá fatal, por isso não soa tão mal, será meu final?
dizer isso, mas tanto faz, assinar com a Universal
ou rimar nas Casas De Cal, soar digital
já soam hoje como vital e tal
como soa a galera pode ser mortal
eu creio no que vejo, que importa?
se o rap de cada um
e desejo deixar meu emprego feio, sou profissional no caos
normal, vivo em um povoado rural e me estresso
se me acusam de uma falta cultural
da capital da Andaluzia, da vega do Guadalquivir
aqui no sul é outro dia, é

[Estribillo]
Por que não me acreditam?
se sabe que não cantam nem no chuveiro
que suas músicas me dão indiferença
tuas palavras pra mim são mudas
e essa dúvida te despida, às vezes sinto se
não sei por que, eu não invento nada
eu só sei de passar a madrugada e manter a fé
e é pra nada, busco ser, não parecer

Não imagina nada do que aqui se tramita
bombas químicas de angina, cantarás menos que a Nina
já tô cansado da galera que se empenha
sempre tem tontos como lenha e o papel que desempenhas
não me ensinam nada, não
pulo de fracassos, de fazer o palhaço
não é meu caso, e o teu? sim, já rompi os laços
vi que o que sobe cai, sabe que é verdade
tua horta tá deserta
experto em chegar a portos mortos
estou acordado e todos dormem? ou
sonho mais do que o normal?
só sou um germem, me afundar? me render?
vais me pedir pra ouvir-me?
às vezes me dobro, tô cansado de estar firme
já faz tempo que faço e vejo tudo que faço
crescendo e sabendo que se eu errar, eu pago
que os vagos ficam em amagos
porque tem que trabalhar
pra poder passar os maus bocados

Yehhhh, shhhhh a Sucia Serpiente,
dos quatro à esquina do gato
se aqui jogando conversa fora, seus otários
o Zonah Produções, Juanma é Alma e Calma, mano
se desde Coria Del Rio, mano

Composição: