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Regime fechado

Zoroastro

Letra

    Regime fechado

    Não quero ser o seu par criatura estranha
    Carrega na entranha a nódoa do horror
    Ao passo que vejo a sua cabeça estremeço
    É o avesso de tudo, o monstro da dor
    No fio do teu olho colapso que fecha espaço
    Estanca a vida e sufoca o amor

    Vivendo entre os lobos da terra se engana
    Sua vida tirana o tesouro roubou
    Entrou no covil das serpentes de graça
    E agora rechaça, o veneno acabou

    És arremedo de gente, das cenas, das telas
    Parece novela, tragédia sem fim
    Escuto o teu nome nas bocas dos becos das vilas
    Fugindo dos tiras, que coisa ruím

    Vivendo entre os lobos da terra se engana
    Sua vida tirana o tesouro roubou
    Entrou no covil das serpentes de graça
    E agora rechaça, o veneno acabou

    Vestiu a camisa listrada, no peito marcada
    Três, um, cinco, sete, a justiça vingou
    Vestiu a camisa listrada, no peito marcada
    Três, um, cinco, sete, a justiça vingou

    Composição: Paulo Freitas Bittncourt Vieira. Essa informação está errada? Nos avise.

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