
A Carta
100 Parea
Confissão e redenção familiar em "A Carta" da 100 Parea
"A Carta", da 100 Parea, se destaca pela sinceridade com que o narrador admite seu erro: ele desviou o dinheiro da faculdade, dado pelo pai, para sustentar um vício em cigarro. A música vai além de um simples pedido de desculpas, construindo uma narrativa de confissão e arrependimento. O personagem reconhece não só a gravidade do erro, mas também a decepção causada ao pai, a quem chama de "meu melhor amigo". O tom confessional é reforçado pela repetição do pedido de perdão e pela frase "não posso culpar ninguém, foi eu que não quis o bem", mostrando que o narrador assume total responsabilidade por suas escolhas.
O contexto da banda, que costuma abordar temas do cotidiano nordestino, aparece na relação familiar próxima e no esforço do pai para garantir um futuro melhor ao filho, algo comum em muitas famílias da região. O uso da carta como recurso narrativo intensifica o sentimento de distância e arrependimento, já que o filho só consegue se abrir por escrito, sugerindo vergonha e dificuldade de encarar o pai pessoalmente. Trechos como "vou morrer a qualquer hora" e "já estou com a minha vida à beira do precipício" revelam o desespero do personagem, indicando que o vício o levou a um ponto crítico. Assim, a música retrata de forma sensível as consequências das escolhas pessoais, o peso da culpa e a busca sincera por perdão dentro dos laços familiares.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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