
Gorilla Roxo (part. Matuê)
30PRAUM Oficial
Prazeres e excessos em “Gorilla Roxo (part. Matuê)”
Em “Gorilla Roxo (part. Matuê)”, do 30PRAUM Oficial, a expressão “Gorilla Roxo” vai além de uma simples referência à maconha. Ela simboliza tanto a fuga da realidade quanto o estilo de vida hedonista e superficial retratado na música. A letra destaca ostentação de bens materiais, como em “Cartão, me passa a senha / Cinto e calça da Balmain”, e mostra relações marcadas pelo interesse e pela busca de prazer imediato, evidenciando um ciclo de festas, consumo e relações passageiras.
O uso do termo “Gorilla Roxo” por Matuê reforça a ideia de usar substâncias como forma de escape, especialmente nos versos “Droga e festa lá na minha casa / Fumando o Gorilla Roxo”. A repetição de desejos materiais e experiências intensas, como em “Ela quer dividir do que eu tenho” e “E ela quer o mundo”, sugere uma crítica à superficialidade dos relacionamentos e à busca constante por status. A música também utiliza duplos sentidos, como em “Ela me chupa até eu ficar roxo”, misturando conotação sexual com o efeito da droga, o que reforça o tom provocativo e descompromissado típico do trap brasileiro. No geral, “Gorilla Roxo” retrata um universo onde prazeres, consumo e fuga se misturam, refletindo tanto o cenário do trap quanto as inquietações de uma geração em busca de sentido e diversão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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