
Máquina do Tempo (part. Matuê)
30PRAUM Oficial
Nostalgia e ambição em “Máquina do Tempo (part. Matuê)”
Em “Máquina do Tempo (part. Matuê)”, 30PRAUM Oficial e Matuê usam a ideia de uma máquina do tempo como metáfora para o desejo de reescrever a própria história. O trecho “Vou voltar pro passado e escrever tudo de novo / Vou pros anos '70, encontrar com o meu sogro / Pra fumar um baseado mais bolado que o outro” mostra como a viagem ao passado serve tanto para corrigir erros quanto para reviver momentos de prazer e liberdade. Essa abordagem se conecta ao contexto do álbum de Matuê, que explora a vontade de refazer escolhas e experimentar a vida sob novas perspectivas.
A letra mistura ostentação e hedonismo, com menções a “Duplo Rolex, fumando um becks” e “derrubo um Jack, bola uma track”, destacando o estilo de vida luxuoso e despreocupado proporcionado pelo sucesso. O refrão “Sempre existe mais dinheiro a fazer” evidencia a busca constante por conquistas materiais, mas também revela uma inquietação típica do trap brasileiro. O uso de gírias e referências a drogas, festas e relacionamentos casuais cria um clima descontraído e direto, enquanto a repetição de “ninguém vai me parar, nada mais vai me parar” reforça a autoconfiança e o sentimento de invencibilidade. Ao incorporar um sample de Charlie Brown Jr., a faixa ainda dialoga com a nostalgia e mistura influências do rock nacional, tornando a “máquina do tempo” uma metáfora para revisitar e reinventar o passado e o presente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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