
Cyclone
A Bronkka
Orgulho periférico e resistência em “Cyclone” de A Bronkka
A música “Cyclone”, de A Bronkka, confronta o preconceito social ao afirmar: “Cyclone não é marca de ladrão, é a moda do ghetto”. Com esse verso, a banda questiona o estigma que associa a marca Cyclone à criminalidade, destacando como jovens das periferias são discriminados por suas escolhas de vestuário. A letra mostra que o uso dessas marcas é uma forma legítima de expressão cultural e de pertencimento, e não um sinal de marginalidade. O tom afirmativo e descontraído reforça o orgulho de quem adota esse estilo, mesmo diante do preconceito.
A música também cita marcas populares entre os jovens das periferias, como Adidas, Billabong, Seaway, Mahalo, Nike, Maresia, Fido Dido, Hang Loose, Varney e Kenner, evidenciando a diversidade e criatividade da moda do gueto. Frases repetidas como “cap pro lado, camiseta e bermudão, Cyclone vou de Cyclone” e “a moda é descer de Cyclone” reforçam a ideia de resistência e autoafirmação. Mesmo diante da discriminação, esses jovens impõem respeito e valorizam sua estética própria. O contexto da banda, reconhecida por abordar questões sociais das periferias de Salvador, fortalece a mensagem de empoderamento e combate ao preconceito, tornando “Cyclone” um símbolo de orgulho e resistência cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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