
Chamado De Angola
Abadá Capoeira
Conexão ancestral e resistência em "Chamado De Angola"
A música "Chamado De Angola", do grupo Abadá Capoeira, destaca o forte vínculo entre a capoeira e suas raízes africanas. O refrão repetido, “Chama eu, Angola chama eu”, funciona como um chamado profundo para a reconexão com a ancestralidade, ressaltando a importância de manter viva essa herança. A palavra “Muchima” (coração) aparece na letra para expressar o desejo de retorno e pertencimento, especialmente nos versos “Parece que diz baixinho / Me leve um pouco pra lá”, reforçando o aspecto emocional e espiritual desse chamado.
A canção cita elementos marcantes da cultura angolana, como o embondeiro (baobá), a tribo Cuanhama, a moeda Kwanza e a língua Kimbundu, evidenciando como a capoeira é diretamente influenciada por essas tradições. Termos como “Bassula” (movimento de derrubada) e “Quitunga” (cabeçada) mostram a presença de técnicas e expressões angolanas na prática da capoeira. Ao mencionar a viagem do mestre à África “em busca dos fundamentos da nossa capoeira”, a letra reforça a necessidade de respeitar e preservar as raízes históricas e culturais dessa arte. Além disso, referências a “pagimne” (pedindo paz) e à guerra em Angola trazem um apelo por harmonia e respeito, lembrando que a história da capoeira está ligada à resistência e à luta por dignidade. "Chamado De Angola" é, assim, uma homenagem e um lembrete da importância de manter viva a conexão entre a capoeira e suas origens africanas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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