
Curva de Rio
Abadá Capoeira
Inclusão e ancestralidade em “Curva de Rio” de Abadá Capoeira
A música “Curva de Rio”, do grupo Abadá Capoeira, utiliza imagens da natureza brasileira para ilustrar a fluidez e a diversidade presentes na capoeira. O verso “Pra jogar a Capoeira, tem idade não senhor / Gordo, magro, velho, moço, tem que ser improvisador” destaca que a capoeira é inclusiva, aberta a pessoas de todas as idades e condições físicas. Essa mensagem reforça um dos princípios centrais do Abadá Capoeira: a valorização da diversidade e da improvisação como parte fundamental do jogo.
A letra também ressalta a importância dos instrumentos tradicionais — berimbau, pandeiro, agogô e atabaque — que conduzem o ritmo e conectam os praticantes à ancestralidade da capoeira. As referências à fauna e flora, como “a onça turrou na mata, boi malhado assustou” e “no galho da seringueira, macaco já pulou”, criam um cenário vibrante, onde a natureza se mistura ao movimento e à musicalidade do jogo. Ao mencionar figuras como a sereia e a sucuri, a música amplia o sentido de encantamento e respeito à tradição. Assim como a curva de um rio nunca é igual, cada roda de capoeira é única, marcada pela improvisação e pelo encontro entre diferentes histórias e culturas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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